Mil e trezentos quilômetros. Era isso que o odômetro da Ford Ranger 2025 marcava quando ela entrou no pátio da Lisboa Car Service, na R. Tupinambá, no Jardim São Pedro, com a frente batida. O para-choque, o farol e a grade estavam danificados. O capô e o paralama tinham amassados. A picape era praticamente zero, e o dono não escolheu nada daquilo: a colisão veio de outro motorista.
Este post conta esse caso real de funilaria de colisão em Porto Alegre com os fatos que a casa registrou, e só com eles. Você não vai ler aqui nome de cliente, placa, valor, prazo em dias nem nome de seguradora, porque nada disso nos pertence. Vai ler o que foi trocado, o que foi recuperado sem trocar peça, por que cada decisão foi tomada e como a pintura voltou no código de cor original de fábrica. E vai ler o que importa para quem está no lugar desse dono agora: o que exigir quando o carro é novo e o prejuízo é de outra pessoa.
Quem já teve um carro zero batido por terceiro em Porto Alegre conhece a sequência. Primeiro vem a raiva, porque você estava parado, ou na sua mão, ou fazendo tudo certo. Depois vem a burocracia: boletim, contato com o outro motorista, telefonema para o seguro. E, por baixo de tudo, vem uma pergunta que quase ninguém faz em voz alta na hora: essa picape vai voltar a ser a picape que eu comprei? Ou vou passar os próximos anos olhando a frente do carro e procurando a diferença?
É um medo legítimo, e ele tem dois lados. O primeiro é estético. Carro novo tem fresta uniforme, cor homogênea, farol alinhado com o capô. Qualquer reparo mal feito aparece ali, na linha onde as peças se encontram. O segundo é patrimonial. Uma Ranger 2025 é um bem de valor alto, e o dono sabe que no dia da revenda alguém vai passar a mão no capô, olhar a fresta e perguntar se o carro já bateu. Ninguém quer que a resposta venha escrita na lataria.
A boa notícia deste caso é que ele tem final conhecido: a Ranger saiu da Service como chegou da montadora. O caminho até lá passou por decisões técnicas que valem para qualquer picape nova batida na frente, e é sobre elas que este texto se debruça. A frente inteira foi desmontada, porque reparo de colisão começa por enxergar o que está atrás da chapa. Três peças foram trocadas por peças novas: para-choque, farol e grade. Três foram recuperadas, mantendo no carro a peça que veio de fábrica: capô, paralama e painel dianteiro. A pintura usou tinta pronta no código de cor original de fábrica.
Você vai entender por que o critério entre recuperar e trocar não depende de o carro ser novo ou velho, e sim do que cada peça é e de como ela reagiu ao impacto. Vai ver por que uma peça original recuperada com técnica pode ser a melhor escolha justamente num carro de 1.300 km. Também vai encontrar, numa seção própria, o que pedir por escrito quando quem responde pelo dano é o terceiro ou o seguro dele: orçamento detalhado, nota fiscal discriminada e o registro em fotos de cada etapa, que a própria oficina produz.
Uma regra da casa aparece ao longo do texto e vale adiantar. A avaliação de funilaria da Lisboa Car Service é gratuita e acontece sempre com o carro na unidade. A imagem do celular mostra a superfície, e numa colisão frontal o que decide o orçamento está atrás do para-choque. Por isso o WhatsApp (51) 3209-0348 serve para agendar a avaliação e, depois dela, para receber o orçamento por escrito, com fotos e vídeos, que você aprova antes de qualquer serviço começar.
A Service atende de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h, e trabalha com veículos de até 10 anos de fabricação. Uma Ranger 2025 está no centro desse recorte, com peças disponíveis, carroceria conhecida e eletrônica atual. Se a sua picape acabou de levar uma batida que não foi culpa sua, as próximas seções mostram o que esperar de um reparo sério e o que cobrar de quem vai fazê-lo.
Como a Ranger chegou na Lisboa Car Service

A Ranger chegou com o dano concentrado na frente. Para-choque, farol e grade danificados formavam a parte mais visível do estrago. Capô e paralama mostravam amassados.
A recepção na Service começa pelo registro fotográfico, com o carro ainda montado do jeito que veio da rua. A equipe fotografa o conjunto, cada peça atingida e os detalhes. Esse registro tem três usos práticos. Ele documenta o estado exato de entrada, alimenta o orçamento e, quando existe terceiro envolvido, vira parte da documentação que o dono pode apresentar a quem vai pagar pelo conserto.
Antes de qualquer desmontagem, a equipe conversa com o dono. Numa picape com 1.300 km, a conversa costuma girar em torno de uma frase: quero o carro como ele era. A frase vira critério de trabalho. Cada decisão de recuperar ou trocar passa por ela, e o orçamento precisa explicar, item por item, como o reparo chega lá.
O medo de quem tem carro zero batido por terceiro
Bater um carro usado incomoda. Ver um carro zero batido por terceiro dói de outro jeito, porque o dono ainda está na fase em que repara em cada detalhe da compra. A pintura ainda tem o brilho de pátio, os tapetes ainda estão limpos, o manual ainda está no porta-luvas com a capa intacta.
Esse dono costuma chegar com três dúvidas. A primeira é se a frente vai ficar igual ao resto da picape, sem diferença de tom e sem fresta torta. A segunda é se a oficina vai usar a peça adequada ou a peça que aparecer primeiro. A terceira é se a picape vai perder valor por ter passado por funilaria.
A Lisboa Car não promete o que não pode medir, e valor de revenda depende de mercado, de comprador e de laudo. O que a oficina controla é a qualidade do reparo e a documentação dele. Um reparo bem feito, com peças novas onde precisavam entrar, peças originais recuperadas onde podiam ficar, pintura no código de cor de fábrica e cada etapa registrada em fotos, dá ao dono um histórico que ele pode mostrar. Um reparo apressado, sem papel, deixa o dono sem resposta quando alguém perguntar.
Por que a frente inteira foi desmontada
Na Ranger, a equipe desmontou a frente inteira. Pode parecer exagero para quem vê de fora um para-choque quebrado e um capô amassado, mas é o único jeito de fazer o reparo de colisão em ordem.
Com o para-choque, a grade e o farol no lugar, ninguém enxerga o painel dianteiro, a estrutura que sustenta o conjunto da frente e serve de base para farol, grade e fechadura do capô. Ninguém confere os pontos de fixação nem mede se as peças vizinhas saíram de posição. Desmontar transforma suposição em diagnóstico. Na Ranger, o painel dianteiro entrou no reparo e foi recuperado sem troca, trabalho que só se faz com a frente aberta e a peça à vista.
Desmontar também protege o acabamento. Peça que vai ser pintada precisa sair do carro ou ficar livre das vizinhas, para a tinta cobrir as bordas e as dobras por inteiro. Pintar com a peça montada deixa linha de máscara, e linha de máscara é o tipo de detalhe que o comprador de uma picape seminova encontra com a unha.
Por fim, desmontar permite remontar certo. Quando a frente volta, a equipe ajusta capô, farol, grade e para-choque juntos, conferindo frestas e alinhamento entre eles. Numa picape com 1.300 km, a fresta é a assinatura de fábrica, e ela precisa voltar uniforme.
Recuperar ou trocar: o critério aplicado a uma picape nova
Existe uma ideia comum de que carro novo batido pede peça nova em tudo. Parece lógico, e muitas vezes não é a melhor escolha. Uma peça original que volta à forma, à posição e à proteção mantém no carro a chapa, as soldas e o tratamento que saíram da fábrica. Trocar uma peça de carroceria que poderia ser recuperada significa desmontar ainda mais, mexer em fixações originais e colocar uma peça nova onde a de fábrica ainda servia.
O critério da Service é técnico e funciona em duas perguntas. A peça consegue voltar à forma e à função com segurança? Se consegue, recupera. A peça rompeu, perdeu fixação ou é um componente que não se repara com qualidade? Se é esse o caso, troca.
Na Ranger, esse critério dividiu a frente em dois grupos de três. Para-choque, farol e grade foram para a troca. Capô, paralama e painel dianteiro ficaram no carro, recuperados. O caso da S10 2023 com colisão frontal e lateral mostra o mesmo raciocínio aplicado a outra picape, com um conjunto de danos diferente.
Por que para-choque, farol e grade foram trocados
As três peças trocadas na Ranger têm algo em comum: são componentes de material e construção que, quando o dano passa de certo ponto, não se recuperam com o padrão que um carro de 1.300 km exige.
O para-choque de uma picape moderna é uma peça plástica grande, com pontos de fixação, encaixes e suportes. Muitos para-choques riscados, raspados ou com amassados leves voltam bem com técnica de recuperação e solda plástica, e a Service faz esse trabalho na recuperação de para-choque. Quando o dano compromete a estrutura da peça ou as fixações, a recuperação deixa de entregar o encaixe original, e a troca vira a decisão certa. Na Ranger, a avaliação concluiu pela troca.
O farol é um conjunto óptico e eletrônico, com lente, carcaça e suportes de fixação. Farol danificado numa colisão pode perder vedação, alinhamento ou integridade da lente, e nenhum desses problemas aceita remendo num carro novo. A troca devolve a peça inteira, vedada e alinhada.
A grade é peça de identidade visual. Numa picape, ela ocupa o centro da frente e é a primeira coisa que alguém olha. Grade danificada costuma ter encaixes quebrados ou deformação no plástico e no acabamento, e qualquer remendo fica à vista. Na Ranger, a grade foi trocada por uma peça nova.
Nas três trocas, o orçamento apontou a peça, o motivo da substituição e o item correspondente, para o dono e para quem paga o reparo saberem o que entrou no carro.
Como capô, paralama e painel dianteiro foram recuperados
Se as trocas mostram o cuidado com a peça, as recuperações mostram o ofício da funilaria. Capô, paralama e painel dianteiro saíram da Ranger com amassados e voltaram ao carro como peças originais, recuperadas sem troca.
Recuperar chapa é ler a peça. A equipe identifica onde o metal cedeu e consegue voltar e onde ele esticou ou rompeu. Depois trabalha o amassado com as ferramentas de funilaria até a peça recuperar a forma original, prepara a superfície e refaz a proteção e a pintura. O capô e o paralama são peças de carroceria de grande área, e qualquer ondulação aparece na luz rasante. Por isso o trabalho termina só quando a superfície fica lisa sob mais de uma condição de luz.
O painel dianteiro pede outro tipo de atenção, porque é a peça que sustenta a frente. Ele precisa voltar à posição correta para farol, grade e capô encaixarem nele como encaixavam de fábrica. Quando o painel volta certo, as peças novas montadas sobre ele assentam no lugar, e as frestas fecham uniformes.
Para o dono de uma Ranger com 1.300 km, há uma vantagem prática nessas recuperações. As três peças continuam sendo as que vieram da fábrica com a picape. O reparo devolveu forma e acabamento sem substituir a estrutura original.
A tabela a seguir resume as duas colunas deste caso: o que foi trocado por peça nova, o que foi recuperado sem troca e o motivo de cada decisão.
Ford Ranger 2025: o Que Foi Trocado e o Que Foi Recuperado Sem Troca
| Peça | Decisão neste caso | Por que essa decisão |
|---|---|---|
| 🔧 Para-choque dianteiro | Trocado por peça nova | O dano passou do ponto em que a recuperação devolve o encaixe e as fixações originais que um carro de 1.300 km exige |
| 🔧 Farol | Trocado por peça nova | Conjunto óptico e eletrônico: vedação, alinhamento e integridade da lente não aceitam remendo num carro novo |
| 🔧 Grade | Trocada por peça nova | Peça de identidade visual no centro da frente; encaixe quebrado ou acabamento deformado ficaria à vista |
| ✅ Capô | Recuperado sem troca de peça | A chapa voltou à forma; a peça que veio de fábrica fica no carro, conferida com luz rasante até ficar lisa |
| ✅ Paralama | Recuperado sem troca de peça | Amassado trabalhado até a forma original, preservando a chapa e o tratamento de fábrica |
| ✅ Painel dianteiro | Recuperado sem troca de peça | Estrutura que sustenta a frente; voltou à posição correta para farol, grade e capô assentarem como de fábrica |
💡 Insight: O critério entre recuperar e trocar não depende de o carro ser novo, e sim de como cada peça reagiu ao impacto. Na Lisboa Car Service, essa decisão sai da avaliação presencial e vai por escrito no orçamento, item por item, aprovado por você antes de qualquer serviço.
Sua picape nova foi batida por outro motorista?
Agende a avaliação gratuita e presencial na Lisboa Car Service, no Jardim São Pedro, Zona Norte de Porto Alegre. Com o carro no box, a equipe enxerga o que está atrás do para-choque e define peça por peça o que recuperar e o que trocar.
Agendar avaliação presencialPintura no código de cor original de fábrica
Com a chapa pronta e as peças novas no carro, a Ranger seguiu para a pintura. A Lisboa Car Service usa tinta pronta no código de cor original de fábrica do veículo, o mesmo código que identifica a cor da picape desde a montadora. Na Service, a aplicação acontece em cabine de pintura pressurizada, com ar filtrado, para a poeira do ambiente não pousar na peça enquanto a tinta ainda está molhada.
Num carro de 1.300 km, a pintura tem uma vantagem sobre carros mais rodados: a cor original ainda não envelheceu sob anos de sol de Porto Alegre. Mesmo assim, a equipe confere a peça pintada ao lado das vizinhas em diferentes condições de luz, à sombra e com luz rasante, antes de liberar o carro. O objetivo é acabamento uniforme, sem a peça reparada destoando do resto da picape.
Peça plástica e peça de chapa recebem preparação diferente, e as duas precisam terminar com o mesmo aspecto. Para-choque novo, capô recuperado e paralama recuperado ficam lado a lado na frente da Ranger, e o olho de quem passa não pode distinguir quem é quem. Se você quer entender o processo de preparação e aplicação em detalhe, a página de pintura automotiva da Lisboa Car Service explica cada etapa.
Depois da pintura, a equipe remontou a frente, ajustou as peças entre si e fez a conferência final. A Ranger saiu da Service como chegou da montadora.
Quando o culpado é o terceiro: o que exigir por escrito
Quando outro motorista causa a colisão, quem paga o conserto costuma ser ele ou o seguro dele. Cada caso tem seus detalhes, como boletim, apólice e acordo entre as partes, e a oficina não substitui orientação jurídica ou do corretor. O que a oficina faz, e faz bem, é produzir a documentação técnica do reparo, que serve ao dono em qualquer conversa que vier depois.
Exija orçamento por escrito, item por item. O documento precisa dizer quais peças serão trocadas, quais serão recuperadas e qual serviço entra em cada uma: funilaria, preparação, pintura, desmontagem e montagem. Orçamento de uma linha, com “frente completa”, não serve para cobrar ninguém.
Exija o registro em fotos das etapas. Na Lisboa Car Service, a equipe fotografa a chegada, a desmontagem, o reparo e a entrega. Essas imagens mostram o tamanho do dano e o caminho do conserto, e ficam com o dono.
Exija nota fiscal discriminada. Ela fecha a documentação, registra a garantia do serviço e entra no histórico da picape. Num carro novo, esse papel tem peso na revenda, porque mostra onde e como o reparo foi feito.
Se o reparo passar por sinistro, a Lisboa Car Service atende sinistros de todas as seguradoras, e a escolha da oficina cabe ao dono do carro. O guia sobre funilaria que atende seguro em Porto Alegre mostra como funciona esse caminho, do orçamento à entrega.
O dano foi causado por terceiro? Saia com tudo documentado
Orçamento por escrito item por item, registro das etapas e nota fiscal discriminada: a documentação técnica que sustenta a conversa com o outro motorista ou com o seguro dele. A Lisboa Car Service atende sinistros de todas as seguradoras.
Agendar avaliação presencialA garantia da Ford e a garantia do reparo
Uma Ranger 2025 está no começo da vida, e é natural o dono perguntar como a funilaria se encaixa na garantia de fábrica. Quem define as condições dessa garantia é a Ford, no manual do proprietário. O caminho seguro é ler o que o manual pede e cobrar da oficina o que ele exige: peças na especificação, serviço registrado e nota fiscal discriminada. Traga o manual que conferimos com você.
A garantia que a Lisboa Car Service afirma é a dela: 90 dias em serviços e peças, conforme o CDC, registrada na nota fiscal. A política de garantia da Lisboa Car detalha o que ela cobre. Se algo no reparo apresentar problema dentro desse prazo, a equipe responde pelo que fez.
Por que a avaliação de funilaria é presencial
A avaliação de funilaria da Lisboa Car Service é gratuita e acontece sempre com o carro na unidade. A regra existe por um motivo que este caso deixa claro. Numa colisão frontal, a parte visível do dano é o começo da conversa. O painel dianteiro, os pontos de fixação, os suportes e o encaixe entre as peças só aparecem quando alguém olha de perto, com o carro no box e, se for preciso, com a frente aberta.
Uma imagem de celular achata o amassado, esconde a profundidade e não mostra nada atrás do para-choque. Um orçamento feito assim tende a crescer depois, e o dono descobre a diferença no meio do serviço. Avaliar presencialmente evita essa surpresa e dá ao dono um escopo honesto desde o início. O post sobre avaliação de funilaria em Porto Alegre explica o processo em detalhe.
Para agendar, chame o WhatsApp da Service, (51) 3209-0348, e informe o modelo, o ano e se o reparo envolve terceiro ou seguro. A equipe marca o horário, e a avaliação acontece na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, Zona Norte. Depois dela, o orçamento chega por escrito no WhatsApp, com fotos e vídeos, e você aprova antes de qualquer serviço começar.
Avaliação gratuita, sempre com o carro na unidade
Chame o WhatsApp (51) 3209-0348 e informe modelo, ano e se há terceiro ou seguro envolvido. Depois da avaliação presencial, o orçamento chega por escrito no WhatsApp, com fotos e vídeos, e você aprova antes de qualquer serviço. Segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h.
Agendar avaliação presencialO que perguntar antes de deixar a sua picape
Se a sua picape é nova e foi batida por terceiro, algumas perguntas separam um reparo que se sustenta de um que só parece pronto na entrega.
Pergunte se a oficina vai desmontar a frente para avaliar. Reparo de colisão frontal sem desmontagem é reparo às cegas.
Pergunte o critério entre recuperar e trocar, peça por peça. A resposta precisa ser específica e coerente, sem “troca tudo” nem “recupera tudo”.
Pergunte de onde vem a cor e onde a tinta é aplicada. Código de cor original de fábrica e cabine pressurizada descrevem processo. “Fica igualzinho” descreve esperança.
Pergunte o que você recebe na entrega: fotos das etapas, nota fiscal discriminada e a garantia do serviço por escrito.
Pergunte se a oficina atende o seu modelo dentro de um recorte claro. A Lisboa Car trabalha com veículos de até 10 anos de fabricação, e uma Ranger 2025 está no centro desse recorte.
Por que levar sua picape batida para a Lisboa Car Service
Avaliação gratuita e presencial
Com o carro no box e, se preciso, a frente aberta, o orçamento nasce do que está atrás da chapa, sem surpresa no meio do serviço.
Recuperar ou trocar, peça por peça
Critério técnico explicado item por item: recupera o que volta à forma com segurança, troca o que não volta.
Cor original de fábrica
Tinta pronta no código de cor original de fábrica, aplicada em cabine de pintura pressurizada e conferida à sombra e com luz rasante.
Documentação para o terceiro e o seguro
Orçamento por escrito, registro das etapas e nota fiscal discriminada. Sinistros de todas as seguradoras são atendidos.
Orçamento aprovado antes do serviço
Depois da avaliação, o orçamento chega pelo WhatsApp com fotos e vídeos, e nada começa sem a sua aprovação.
Garantia de 90 dias e +45 anos de história
Garantia de 90 dias em serviços e peças, conforme o CDC, para veículos de todas as marcas com até 10 anos de fabricação.
Perguntas frequentes sobre funilaria de Ford Ranger em Porto Alegre
Reunimos abaixo as dúvidas que mais aparecem quando uma picape nova é batida por terceiro em Porto Alegre: recuperar ou trocar, cor, valor de revenda, seguro do outro motorista e garantia. São respostas diretas, para você decidir para onde levar a sua Ranger antes de assinar qualquer autorização.
Perguntas frequentes sobre funilaria de Ford Ranger em Porto Alegre
Onde fazer funilaria de Ford Ranger em Porto Alegre
Esta Ranger 2025 resume o que um reparo de colisão em carro novo precisa entregar. Ela chegou com 1.300 km no odômetro, batida por terceiro, com para-choque, farol e grade danificados e capô e paralama amassados. A equipe desmontou a frente inteira, porque é com a frente aberta que se vê o painel dianteiro e o encaixe das peças. O critério técnico dividiu o reparo em duas colunas. Para-choque, farol e grade foram trocados por peças novas, porque o dano nessas três peças não permitia recuperação com o padrão de um carro novo. Capô, paralama e painel dianteiro foram recuperados sem troca, e continuam sendo as peças que vieram da fábrica com a picape. A pintura usou tinta pronta no código de cor original de fábrica, e a equipe conferiu o acabamento antes da entrega.
O medo do dono, de que a picape nunca mais ficasse igual, teve resposta técnica. A Ranger saiu da Service como chegou da montadora.
Se você está agora no lugar desse dono, com a picape nova batida e a decisão na mão, o resumo prático cabe em poucas linhas. Exija desmontagem para avaliar. Exija o critério de recuperar ou trocar explicado peça por peça. Pergunte de onde vem a cor e onde a tinta é aplicada. Peça orçamento por escrito, registro em fotos das etapas e nota fiscal discriminada, principalmente quando quem responde pelo dano é o terceiro ou o seguro dele. Sobre a garantia da Ford, confira o manual e cobre da oficina o que ele pede. E lembre que a escolha da oficina é sua.
A Lisboa Car Service faz esse trabalho na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, Zona Norte de Porto Alegre. Atende donos de picape e de carro de toda a região, do São João ao Passo d’Areia, do Cristo Redentor ao Sarandi, de quem roda pela Av. Assis Brasil e pela Av. Sertório, além de quem vem da região metropolitana. O horário é de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h, para veículos de até 10 anos de fabricação. A Service atende sinistros de todas as seguradoras, e o orçamento é sempre aprovado antes do serviço, com fotos e vídeos pelo WhatsApp. A entrega inclui nota fiscal discriminada e garantia de 90 dias em serviços e peças, conforme o CDC. São mais de 45 anos de história da marca Lisboa Car em Porto Alegre e mais de 100 mil veículos atendidos pelo grupo.
O primeiro passo é agendar a avaliação gratuita. Chame o WhatsApp da Service, (51) 3209-0348, diga o modelo, o ano e se a batida envolve terceiro ou seguro. A equipe marca o horário, olha a picape no box e, depois da avaliação presencial, manda o orçamento por escrito, com fotos e vídeos. Você decide com o quadro completo na mão, sem serviço vendido no escuro e sem surpresa no meio do caminho.
Agora imagine a sua picape no dia da retirada. É fim de tarde, a luz entra baixa pelo portão da Service e bate de lado na frente da Ranger, estacionada de bico para a rua. Você se abaixa na altura do farol e corre o olho pela fresta entre o capô e o paralama, procurando o degrau que denuncia reparo. A linha segue reta até a porta. Você passa a mão no capô, no lugar onde havia o amassado, e sente só a chapa lisa e fria. Dá um passo para trás e olha a frente inteira: grade, farol, para-choque, tudo na mesma cor, tudo no mesmo plano. Abre a porta, senta, olha o odômetro, que ainda marca pouco mais de mil quilômetros, e sai pelo Jardim São Pedro em direção à Assis Brasil com a picape que você comprou.
🔧 Checklist: o Caminho da Ranger 2025 na Lisboa Car Service
Este é o roteiro que a unidade do Jardim São Pedro seguiu com a Ranger, da chegada à entrega. Cada etapa fica registrada e nenhum serviço começa sem a aprovação do dono.
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Avaliação presencial e registro de entrada
Fotos do conjunto, de cada peça atingida e dos detalhes, com o carro ainda montado como veio da rua.
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Conversa com o dono antes de desmontar
“Quero o carro como ele era” vira critério de trabalho para cada decisão do reparo.
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Frente inteira desmontada
Com para-choque, grade e farol fora, aparecem o painel dianteiro, os pontos de fixação e o encaixe entre as peças.
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Orçamento por escrito, item por item
Trocar para-choque, farol e grade; recuperar capô, paralama e painel dianteiro, com o motivo de cada decisão, aprovado antes.
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Funilaria e pintura no código de cor de fábrica
Chapa recuperada até ficar lisa sob luz rasante e pintura em cabine pressurizada com tinta pronta no código original.
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Remontagem, frestas e entrega documentada
Capô, farol, grade e para-choque ajustados juntos; entrega com nota fiscal discriminada e garantia de 90 dias.
Aprofunde seu conhecimento
Você acompanhou o reparo da Ranger 2025. Veja outros casos reais e os serviços de funilaria e pintura da Lisboa Car Service em Porto Alegre:
Avaliação de Funilaria em Porto Alegre
Por que a avaliação é presencial e o que ela enxerga que a superfície do carro esconde.
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Como funciona o reparo por sinistro, do orçamento para a vistoria até a entrega do carro.
S10 2023: Recuperar ou Trocar
Outra picape com colisão frontal e lateral e o critério técnico aplicado peça por peça.
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Porto Alegre, RS
Próximo ao Shopping Iguatemi
Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 18h
Sua picape nova batida pode voltar ao padrão de fábrica
A Ranger 2025 deste caso chegou com 1.300 km e a frente batida por outro motorista, e saiu da Lisboa Car Service como chegou da montadora: frente desmontada, três peças trocadas por peças novas, três peças originais recuperadas sem troca e pintura no código de cor original de fábrica. O primeiro passo para a sua é a avaliação gratuita, feita com o carro na unidade.
Chame o WhatsApp (51) 3209-0348, informe modelo, ano e se há terceiro ou seguro envolvido, e agende a avaliação presencial na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, Zona Norte de Porto Alegre. Segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h, com orçamento aprovado por você antes do serviço.
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