A S10 Que Chegou com 27.356 km e Meia Lateral Levada

Ela entrou na Lisboa Car Service com um estrago que começava no para-choque e não parava mais. O capô estava enrugado. Os dois faróis, destruídos. A frente inteira deslocada. E aí o dano seguia pela lateral direita, arrasando o para-lama, a porta dianteira, a porta traseira, subindo pela coluna e chegando até a lateral da caçamba.

Por dentro, os airbags de cortina tinham disparado dos dois lados. Os cintos dianteiros também travaram, sinal de que os pré-tensionadores fizeram o trabalho deles. O carro era um veículo de frota, com 27.356 km no odômetro. Pouca coisa para uma picape que sai de fábrica preparada para muito mais.

Quando um carro chega assim, a pergunta que todo mundo faz é a mais óbvia: dá para consertar? A resposta interessante não é essa. A pergunta que decide o resultado, o prazo e o custo é outra, e ela precisa ser feita dezenas de vezes, uma para cada peça: essa aqui a gente recupera ou substitui?

Parece detalhe técnico. Não é. É a diferença entre um reparo que devolve o carro inteiro e um que devolve o carro remendado. Também é a diferença entre trocar tudo o que estiver amassado, o que qualquer um faz, e trabalhar a chapa onde ela ainda responde, o que exige gente com mão.

No blog, a gente já contou onde fica a primeira linha divisória da estética automotiva, aquela em que a tinta decide entre martelinho e funilaria. Esta S10 ensina a segunda linha, que vem depois: quando o dano é grande demais para o martelinho e a decisão passa a ser entre recuperar a chapa ou trocar a peça inteira.

O que torna este caso raro é que ele tem os dois lados da resposta no mesmo carro, e às vezes na mesma região. Um para-choque foi recuperado. Outro foi substituído. Uma porta foi recuperada. Duas foram trocadas. Não é inconsistência. É critério aplicado peça a peça, e cada decisão tem um motivo que dá para explicar.

Guarde um número, porque ele volta mais para frente e é o coração desta história. Dez horas. É o tempo que a equipe passou trabalhando uma única peça que você não vê em nenhuma foto do “depois”, e que sustenta tudo o que você vê.

Carro batido parado esperando decisão?

A diferença entre um reparo que devolve o carro inteiro e um que devolve o carro remendado está numa pergunta feita peça por peça: recupera ou substitui? Traga o veículo para uma avaliação gratuita na Lisboa Car Service e receba a lista com o motivo de cada decisão.

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A Segunda Linha Divisória: Recuperar a Chapa ou Trocar a Peça

Depois que o dano passa do ponto do martelinho, entra outro julgamento. E ele não tem nada a ver com o tamanho do amassado.

O Que Faz uma Peça Ser Recuperável

O metal da lataria tem memória e tem limite. Enquanto ele foi apenas deslocado, mantendo a espessura e a integridade, existe caminho de volta. O funileiro trabalha a chapa com desempeno, tração e aquecimento controlado, devolvendo a geometria original ponto a ponto.

Três condições precisam estar de pé. A chapa não pode ter rasgado. O metal não pode ter esticado além do que a estrutura tolera, porque metal esticado ganha material que não tem para onde voltar. E os pontos de fixação, aqueles que amarram a peça no resto do carro, precisam estar íntegros ou recuperáveis.

Quando as três se confirmam, recuperar costuma ser o melhor caminho. A peça original permanece no carro, com a mesma liga, a mesma espessura e os mesmos pontos de solda que saíram da fábrica.

O Que Obriga a Troca

Alguns danos fecham a porta da recuperação, e insistir seria empurrar risco para o cliente.

Rasgo na chapa é o mais direto. Metal rasgado exige emenda, e emenda em região estrutural muda o comportamento da peça num próximo impacto. Deformação com esticamento severo é o segundo, porque a chapa nunca fica plana de verdade, e a ondulação aparece na primeira luz forte.

Existe um terceiro caso, menos óbvio. Peças com função de segurança, ou que fazem parte da célula de sobrevivência do veículo, têm comportamento calculado pela montadora para absorver energia de um jeito específico. Quando elas se deformam, foi porque cumpriram o papel. Reformar essa peça significa devolver ao carro um componente que já gastou a capacidade dele de proteger.

A Peça Que Divide a Opinião: o Para-Choque

O para-choque é o exemplo perfeito da decisão peça a peça, e a S10 mostrou isso de um jeito quase didático.

O para-choque não é uma peça só. Existe a capa plástica, que é o que você vê, e existe a estrutura por trás dela. A capa aceita reparo quando o dano é deformação sem ruptura, porque o plástico responde a calor. Ela para de aceitar quando trinca, quando perde as presilhas de fixação ou quando o material embranquece de tanto esticar.

Nesta S10, o para-choque dianteiro direito foi recuperado, com quatro horas de reparação e duas de pintura. O dianteiro e o dianteiro esquerdo seguiram para substituição. Mesmo carro, mesma batida, mesma equipe, decisões opostas. O que mudou foi o estado de cada peça, e nada mais.

Recuperar ou Trocar: o Que a Chapa Precisa Mostrar

Condição Encontrada na Peça Decisão Por Quê
🟢 Chapa deslocada, sem rasgo, com espessura preservada Recuperar O metal aceita voltar à geometria original com desempeno e tração
🟢 Pontos de fixação íntegros ou recuperáveis Recuperar A peça continua amarrando no resto do carro como saiu de fábrica
🟢 Capa de para-choque deformada, sem trinca nem embranquecimento Recuperar O plástico responde ao calor e volta à forma sem perder resistência
🟢 Superfície íntegra, só o acabamento comprometido Recuperar (só pintura) Não há trabalho de chapa a fazer, e sim continuidade de acabamento
🔴 Rasgo na chapa Substituir Emenda em região estrutural muda o comportamento num próximo impacto
🔴 Esticamento severo do metal Substituir Metal esticado ganha material que não tem para onde voltar, e ondula
🔴 Peça com função de absorver energia, já deformada Substituir Ela cumpriu o papel e gastou a capacidade de proteger de novo
🔴 Capa de para-choque trincada, embranquecida ou sem presilhas Substituir Sem fixação e com material fadigado, o reparo não se sustenta
🔴 Componente de segurança acionado (airbag, pré-tensionador) Substituir Funcionam por acionamento único: depois de disparados, a proteção já foi

💡 Insight: Repare que o tamanho do amassado não aparece em nenhuma linha. Quem decide é a condição do metal, e a pergunta é feita peça por peça. Foi por isso que, nesta S10, um para-choque foi recuperado enquanto outros dois foram substituídos: mesmo carro, mesma batida, estados diferentes.


O Que Foi Recuperado na S10, Hora por Hora

Aqui está a parte do serviço que nenhuma foto de entrega consegue mostrar, e que separa uma funilaria de verdade de uma troca de peças.

O Painel Dianteiro: Dez Horas de Chapa

O painel dianteiro é a estrutura que sustenta a frente do carro. Ele carrega o radiador, amarra os para-lamas, define onde os faróis vão sentar e onde o capô vai fechar. Quando ele sai de esquadro, nada mais na frente encaixa direito.

Nesta S10, ele foi recuperado. Foram dez horas de reparação e mais quatro de pintura numa única peça. Dez horas significa desempeno, medição, conferência, correção, e de novo, até a geometria voltar ao ponto em que as peças novas podem ser instaladas sem forçar nada.

Esse é o trabalho invisível. Na foto do “depois”, você vê um capô alinhado e dois faróis simétricos. O que fez isso ser possível foi o painel dianteiro voltar ao lugar, milímetro a milímetro, antes de qualquer peça nova chegar perto do carro.

As Caixas de Roda

As duas caixas de roda dianteiras foram trabalhadas. A direita levou pouco mais de sete horas de reparação, e a esquerda, quatro. Cada uma ainda recebeu quatro horas de pintura.

Elas são a região onde o para-lama encontra a estrutura, e onde o desalinhamento aparece rápido: a fresta do para-lama abre de um lado, o pneu fica em ângulo diferente, a porta encosta torto. Recuperar a caixa de roda é o que permite que o para-lama novo entre e feche com a fresta certa.

Repare no detalhe. A caixa de roda direita, do lado do impacto principal, pediu quase o dobro do tempo da esquerda. Cada peça tem a hora que ela precisa, e não a hora que caberia numa tabela padrão.

O Para-Choque Dianteiro Direito e a Porta Dianteira Esquerda

Duas recuperações mostram o critério em ação.

O para-choque dianteiro direito voltou com quatro horas de reparação, porque o dano era deformação sem ruptura. A porta dianteira esquerda, do lado oposto ao impacto principal, precisou de apenas uma hora de reparação e seis de pintura. Ela tinha pegado o efeito da batida, não a batida.

Enquanto isso, as portas do lado direito, dianteira e traseira, foram substituídas, e o quadro das portas direito também. Ali o metal tinha ido longe demais.

O Teto: Quando Só a Pintura Resolve

O teto entrou na conta com sete horas de pintura e nenhuma hora de reparação. A chapa estava íntegra, e o que precisava era acabamento.

Isso acontece porque o forro do teto foi substituído por causa do disparo dos airbags de cortina, que correm justamente pela borda do teto. Quando essa região é aberta e refeita, a pintura precisa acompanhar para que a peça volte a ser contínua com o resto do carro.

Recebeu um orçamento e não entendeu as decisões?

Se uma peça vai ser trocada e a vizinha vai ser recuperada, existe um motivo técnico para cada uma. Agende pelo WhatsApp (51) 3209-0348 a avaliação gratuita e presencial na Lisboa Car Service, na R. Tupinambá, 61, Jardim São Pedro, e entenda o que está sendo proposto para o seu carro. Numa colisão, o que define o reparo costuma estar por dentro, e só aparece com o carro na oficina.

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O Que Foi Substituído, e Por Quê

A lista de trocas conta a violência do impacto melhor do que qualquer adjetivo.

A Frente: Capô, Faróis, Para-lamas e Para-brisa

O capô foi substituído, com sete horas de pintura na peça nova. Os dois para-lamas dianteiros saíram, cada um com duas horas de instalação e cinco de pintura. Os dois faróis foram trocados, e o farol de milha esquerdo também.

O para-brisa entrou na lista, o que costuma surpreender quem olha a foto e não vê trinca óbvia. Ele é colado na estrutura e participa da rigidez da cabine. Quando a frente se desloca e a coluna trabalha, o vidro precisa sair e voltar com colagem nova, porque a colagem antiga já foi solicitada de um jeito que não se repete.

Entraram ainda os parabarros dianteiros dos dois lados, a moldura inferior central do para-choque, as guias do para-choque e a grade do para-choque dianteiro esquerdo.

A Lateral Direita: Portas, Quadro e Caçamba

Do lado do impacto, as duas portas foram substituídas, com sete e seis horas de pintura respectivamente. O quadro das portas direito, que é a estrutura onde elas se apoiam, levou oito horas de instalação e sete de pintura. Peça grande, trabalho grande.

A lateral externa direita da caçamba também foi trocada, com seis horas de instalação e seis de pintura, e o adesivo da lateral direita foi refeito. A lanterna traseira direita entrou na lista, junto com os protetores de barro.

Vidros, Retrovisor e Acabamentos

Os vidros das duas portas direitas foram substituídos, com as canaletas que os guiam. O retrovisor direito saiu inteiro, e a cobertura dele foi pintada. Maçanetas externas, faixas de coluna, pestana, emblema da porta e prolongador de maçaneta completaram o acabamento.

Nada disso aparece numa foto de longe. Tudo isso aparece quando o dono passa a mão na porta e ela abre, fecha e veda como abria no primeiro dia.

Um item fecha a lista com uma história própria: o aro de roda de liga leve de dezoito polegadas foi substituído, e outra roda passou por restauração. O pneu dianteiro esquerdo também saiu.

A Decisão Peça por Peça Nesta S10, com as Horas de Trabalho

Peça Decisão Horas de Reparação Horas de Pintura O Que Motivou
🟢 Painel dianteiro Recuperado 10,00 h 4,00 h Estrutura da frente voltou ao esquadro e permitiu instalar as peças novas
🟢 Caixa de roda dianteira direita Recuperada 7,09 h 4,00 h Lado do impacto principal, com o dobro do trabalho da esquerda
🟢 Caixa de roda dianteira esquerda Recuperada 4,00 h 4,00 h Necessária para o para-lama novo fechar com a fresta certa
🟢 Para-choque dianteiro direito Recuperado 4,00 h 2,00 h Deformação sem ruptura: o material respondeu ao reparo
🟢 Porta dianteira esquerda Recuperada 1,00 h 6,00 h Pegou o efeito da batida, e não a batida
🟢 Teto Só pintura — 7,00 h Chapa íntegra; o acabamento acompanhou a troca do forro
🔴 Capô Substituído — 7,00 h Deformação além do limite de recuperação
🔴 Para-lamas dianteiros direito e esquerdo Substituídos — 5,00 h cada Os dois lados da frente foram atingidos
🔴 Porta dianteira direita Substituída — 7,00 h Lado do impacto: o metal foi longe demais
🔴 Porta traseira direita Substituída — 6,00 h Mesma linha de impacto da dianteira
🔴 Quadro das portas direito Substituído — 7,00 h Estrutura que sustenta as portas, comprometida no impacto
🔴 Lateral externa direita da caçamba Substituída — 6,00 h O dano seguiu da cabine até a caçamba
🔴 Airbags de cortina direito e esquerdo Substituídos — — Acionamento único: dispararam e cumpriram a função
🔴 Cintos de segurança dianteiros Substituídos — — Pré-tensionadores disparados no impacto

💡 Insight: Some as horas da coluna de reparação e você chega a 26 horas de trabalho de chapa em peças que ficaram no carro. Nenhuma delas aparece na foto da entrega, e todas elas são a razão de as peças novas encaixarem com a fresta certa. Entraram ainda para-brisa, os dois faróis, forro do teto, retrovisor, vidros e acabamentos, além de alinhamento, balanceamento e restauração de roda.


Airbag Disparado: Trocar a Bolsa Não Basta

Esta é a parte do reparo que ninguém fotografa e que mais importa para quem vai dirigir o carro depois.

A Reprogramação do Módulo

Os airbags de cortina direito e esquerdo foram substituídos, e o sensor lateral dianteiro do airbag também. Só que trocar a bolsa é metade do serviço.

O sistema de airbag é comandado por um módulo eletrônico. Quando ele dispara, registra o evento e trava. Esse travamento existe por segurança: o módulo precisa saber que o sistema foi acionado, para não fingir que está tudo normal quando não está.

Por isso o serviço incluiu a reprogramação do módulo de airbag. Sem esse passo, o carro pode até parecer pronto, com o painel montado e a luz apagada, e o sistema não estar apto a disparar de novo. Um airbag que não dispara na hora certa é pior do que a ausência dele, porque cria uma confiança que não existe.

Os Cintos de Segurança Também Disparam

Aqui vai algo que quase ninguém sabe. O cinto de segurança dos carros modernos tem um pré-tensionador, um dispositivo que recolhe a folga do cinto em milésimos de segundo no momento do impacto, colando o ocupante no banco antes que o airbag infle.

Ele funciona por um acionamento único, como o próprio airbag. Depois que dispara, o cinto continua parecendo um cinto normal, e a fivela ainda trava. Só que o pré-tensionador já foi.

Por isso os cintos dianteiros direito e esquerdo desta S10 foram substituídos. Um cinto disparado que fica no carro é um item de segurança que só existe na aparência.

Como resume o Marcelo Lisboa, sócio e diretor executivo da Lisboa Car, o cliente enxerga a lataria, e a lataria a gente entrega perfeita. O que ele não enxerga é o sistema de proteção, e é justamente por não enxergar que ele precisa confiar em quem fez. Deixar cinto disparado ou módulo sem reprogramar é entregar um carro bonito e menos seguro do que ele era antes da batida.

“O cliente enxerga a lataria, e a lataria a gente entrega perfeita. O que ele não enxerga é o sistema de proteção, e é justamente por não enxergar que ele precisa confiar em quem fez. Deixar cinto disparado ou módulo sem reprogramar é entregar um carro bonito e menos seguro do que ele era antes da batida.”

— Marcelo Lisboa, Sócio e Diretor Executivo, Lisboa Car


Vinte Dias Úteis: Onde o Tempo Realmente Vai

O serviço levou vinte dias úteis de execução. Para quem olha de fora, parece muito por um carro que “só” precisava de umas peças. A conta explica.

Antes de qualquer peça nova encostar no carro, a estrutura precisa estar no esquadro. Foram dez horas só no painel dianteiro, mais onze horas somadas nas duas caixas de roda. Enquanto isso não termina, nada de novo pode ser instalado, porque peça nova em estrutura torta não fecha fresta, não veda e não dura.

Depois vem a pintura, e ela tem um ritmo próprio. Capô, para-lamas, portas, quadro das portas, caçamba e teto somam dezenas de horas de cabine, e cada camada depende da anterior estar curada. Cura não é secagem, é reação química, e não existe jeito de apressar sem comprometer.

Some as etapas invisíveis. Remoção e instalação do painel de instrumentos para chegar no sistema de airbag. Caçamba completa removida. Bancos, forros, colunas, fechaduras, máquinas de vidro. Alinhamento e balanceamento no fim, porque a geometria mudou. Reprogramação do módulo.

Vinte dias úteis, nesse contexto, é o tempo de um trabalho feito na ordem certa.


A Lógica do Custo Justo: Peça por Peça, e Não no Atacado

Existem dois jeitos preguiçosos de orçar um carro nesse estado, e os dois prejudicam alguém.

O primeiro é trocar tudo. Toda peça amassada vira peça nova, o orçamento incha, e o cliente ou a seguradora paga por componentes que a mão de obra recuperaria com resultado igual ao de fábrica. É rápido para a oficina e caro para quem paga.

O segundo é recuperar demais. Reformar o que deveria ser substituído entrega um carro com aparência boa e comportamento comprometido, principalmente em peça estrutural ou de segurança. É barato agora e cobra caro no próximo impacto.

O custo justo mora no meio, e ele dá trabalho. Significa examinar cada peça e responder à mesma pergunta com honestidade: essa aqui volta ao original, ou não volta? Na S10, essa pergunta foi respondida dezenas de vezes, e o resultado foi um carro com painel dianteiro original recuperado, caixas de roda originais recuperadas, um para-choque recuperado, e peças novas exatamente onde o metal não tinha mais volta.

Na Lisboa Car Service, a avaliação do dano é gratuita, e ela existe para produzir essa lista antes de qualquer serviço. Você recebe a indicação com foto de cada região, aprova o orçamento sabendo o que está comprando, e o trabalho tem garantia de 90 dias em peças e mão de obra.

🔧 Checklist: Como a Equipe Decide Recuperar ou Trocar

Este é o roteiro aplicado em cada peça de um reparo de colisão na Lisboa Car Service, o mesmo que produziu a lista desta S10. Você recebe a indicação com foto de cada região antes de aprovar o orçamento.

  • ✅
    A chapa rasgou?

    Metal rasgado exige emenda, e emenda em região estrutural muda o comportamento da peça num próximo impacto. Rasgo fecha a porta da recuperação.

  • ✅
    O metal esticou além do limite?

    Chapa esticada ganha material que não tem para onde voltar. Insistir na recuperação entrega ondulação que aparece na primeira luz forte.

  • ✅
    Os pontos de fixação estão íntegros?

    São eles que amarram a peça no resto do carro. Sem ponto de fixação recuperável, a peça não volta a trabalhar como a original.

  • ✅
    A peça tem função de absorver energia?

    Componentes calculados para deformar em impacto cumpriram o papel quando amassaram. Reformar significa devolver ao carro uma proteção já gasta.

  • ✅
    A estrutura está no esquadro?

    Painel dianteiro e caixas de roda vêm antes de qualquer peça nova. Peça nova em estrutura torta não fecha fresta, não veda e não dura.

  • ✅
    A capa do para-choque aceita reparo?

    Deformação sem ruptura, sim, porque o plástico responde ao calor. Trinca, embranquecimento por esticamento ou perda de presilhas, não.

  • ✅
    Algum componente de segurança foi acionado?

    Airbags, sensores e cintos com pré-tensionador funcionam por acionamento único. Disparou, sai, e o módulo entra na fila de reprogramação.

  • ✅
    O vidro colado participou do impacto?

    O para-brisa é colado na estrutura e ajuda na rigidez da cabine. Quando a coluna trabalha, a colagem é solicitada de um jeito que não se repete.


Onde Fazer Funilaria de Colisão na Zona Norte de Porto Alegre

Reparo de colisão tem uma característica que assusta quem nunca passou por isso: o cliente não consegue conferir o que foi feito por baixo da pintura. Por isso a escolha da oficina pesa mais aqui do que em qualquer outro serviço.

Onde consertar carro batido perto do Jardim São Pedro? A Lisboa Car Service fica na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, e faz reparo de colisão completo, da recuperação de estrutura à pintura e ao acabamento. Foi lá que esta S10 passou os vinte dias úteis de execução.

Qual oficina faz funilaria de colisão com atendimento a frotas na Zona Norte de Porto Alegre? A Lisboa Car Service atende veículos de frota em reparo de colisão, com avaliação peça a peça e relatório fotográfico pelo WhatsApp. Quem está no Passo d’Areia, no Cristo Redentor ou no Higienópolis chega em poucos minutos.

Onde fazer reparo de colisão com reprogramação do módulo de airbag na Zona Norte de Porto Alegre? A poucos minutos do Zona Norte, a unidade de reparação estética da Lisboa Car executa a substituição do kit de airbag junto com a reprogramação do módulo e a troca dos cintos com pré-tensionador disparado. Moradores do Jardim Botânico, da Vila Jardim e do Petrópolis costumam acompanhar as etapas pelo WhatsApp.

O fluxo é o mesmo para carro de frota e carro de família. O veículo entra, cada peça é avaliada, e você recebe a lista do que será recuperado e do que será substituído, com o motivo de cada decisão. Para conhecer o escopo completo, vale ver a página de reparação estética da Lisboa Car Service.

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Decisão Peça por Peça

Nada é trocado no atacado nem recuperado por economia. Cada peça responde à mesma pergunta, e você recebe o motivo de cada decisão.

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Segurança Refeita por Inteiro

Airbag, sensor, módulo reprogramado e cinto com pré-tensionador disparado. O que o cliente não vê é o que mais exige rigor.

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Reparo de colisão em veículos de frota, com relatório fotográfico por WhatsApp e garantia de 90 dias em peças e mão de obra.


Funilaria de Colisão: As Dúvidas Mais Comuns de Quem Teve o Carro Batido

Toda semana chegam à Lisboa Car Service as mesmas perguntas de quem está com o carro parado depois de uma batida. Reuni as mais frequentes, com respostas diretas ao ponto.


O Carro Que Volta a Ser o Mesmo

Coloque as duas fotos lado a lado e o efeito é imediato. Na primeira, uma S10 com a frente enrugada, os faróis destruídos, a lateral direita rasgada da porta até a caçamba e manchas de oxidação já se formando ao longo dos vincos expostos. Na última, uma picape prata, faixa alinhada, frestas certas, brilho contínuo. Parece mágica, e não é.

O que existe entre uma foto e outra são vinte dias úteis e uma sequência de decisões. A maioria delas nunca aparece. Ninguém fotografa dez horas de trabalho no painel dianteiro, nem as onze horas somadas nas duas caixas de roda, nem o momento em que a equipe mede, corrige, mede de novo e só então libera a instalação da primeira peça nova. Esse é o serviço. O resto é consequência.

A lição que fica vale para qualquer carro batido, do popular à picape de frota. Trocar tudo é fácil e caro. Recuperar tudo é barato e perigoso. O trabalho de verdade está em responder peça por peça se aquele metal volta ao original, e aceitar a resposta quando ela for não. Nesta S10, o painel dianteiro voltou. As caixas de roda voltaram. Um para-choque voltou. Uma porta voltou. As portas do lado do impacto não voltaram, e por isso foram substituídas, junto com o quadro que as sustenta.

E tem a parte que o dono nunca vai ver, que é onde a confiança realmente mora. Os airbags de cortina novos, o sensor lateral novo, o módulo reprogramado, os cintos com pré-tensionador trocados. Nada disso muda uma foto. Tudo isso muda o que acontece se houver uma próxima vez.

Se o seu carro está parado depois de uma batida, ou se você recebeu um orçamento e não entendeu por que uma peça vai ser trocada e a vizinha vai ser recuperada, traga o carro para uma avaliação. Ela é gratuita, é feita peça por peça, e você sai com a lista e o motivo de cada decisão na mão. É assim que um carro deixa de ser um carro batido e volta a ser simplesmente o seu carro.

“Seu carro em boas mãos, sua vida sem preocupações.”

Esta S10 saiu com o painel dianteiro original recuperado, peças novas onde o metal não tinha mais volta e o sistema de proteção refeito por inteiro. Vinte dias úteis entre a primeira foto e a última.

Traga o carro. Entenda cada decisão. Volte a dirigir o mesmo veículo.

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