Foi na saída da Assis Brasil, no fim da tarde. O carro da frente parou antes do que você esperava e o seu encostou. Ninguém se machucou, o carro anda, e o estrago ficou todo de um lado: paralama enrugado, farol fora de posição, para-choque preso por dois clipes e boa vontade. De casa, você liga para a seguradora, informa o número da apólice, conta o que aconteceu e recebe um número de aviso de sinistro. Então vem a pergunta que trava quase todo mundo na primeira vez: em qual oficina você quer fazer o reparo? Você não tem resposta pronta. Pior: tem medo de responder errado e complicar a cobertura que vem pagando há anos.

O medo faz sentido. Seguro é um dos poucos serviços que a gente contrata torcendo para nunca usar, e o resultado é que a maioria das pessoas chega no primeiro sinistro sem saber quem manda em quê. Quem escolhe a oficina? Quem compra a peça? Quem decide se o paralama é recuperado ou substituído? Em que momento a franquia entra na conversa? E se a oficina que eu escolher não for aceita? É nesse vácuo que nasce a decisão apressada, aquela de aceitar a primeira indicação que aparece no telefone só para o carro sair da garagem. O arrependimento chega semanas depois, quando a peça reparada volta com a cor puxando para outro tom e ninguém sabe explicar direito o motivo.

A resposta curta é que quem define o que está coberto, em que condições e sob quais regras é a sua apólice. Ela é o contrato. Está escrito lá o tipo de plano que você contratou, se existe direcionamento para rede referenciada, qual é a franquia e como as peças são tratadas conforme a idade do veículo. Nenhuma oficina, incluindo esta, consegue prometer o que a seguradora vai liberar. O que uma oficina séria faz é outra coisa, bem mais concreta: recebe o carro com o sinistro aberto, documenta o dano do jeito que o regulador precisa ver, monta o orçamento no padrão que a seguradora pede e acompanha a regulação junto com você até sair a autorização.

O que trava um conserto de sinistro em Porto Alegre quase nunca é a funilaria em si. É o processo. Fotos que não mostram o que o regulador precisa enxergar, orçamento fora do formato da seguradora, peça listada sem código, divergência entre o que a vistoria prévia registrou e o que apareceu quando a lataria foi desmontada. Cada um desses tropeços empurra o processo de volta para o começo, e o carro passa a esperar papel, não mão de obra. Por isso este texto trata do fluxo inteiro, na ordem em que ele acontece de verdade: aviso de sinistro, escolha da oficina, vistoria prévia, orçamento, regulação, autorização de peças, execução, vistoria final e entrega.

Você vai encontrar aqui a diferença entre a oficina referenciada pela seguradora e a oficina de livre escolha do segurado, com o que muda em cada caminho, quem garante o quê e quem paga o quê. Vai entender o que é a franquia e em que ponto do processo ela costuma aparecer. Vai ver por que o prazo do reparo começa a contar da liberação da seguradora, e não do dia em que você deixou o carro no pátio. E vai sair com a lista curta do que precisa ficar guardado no seu celular do começo ao fim: número do aviso de sinistro, nome do regulador, orçamento aprovado e relação de peças autorizadas.

A Lisboa Car Service é a unidade de funilaria, pintura e martelinho de ouro da Lisboa Car, na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro. É funilaria para sinistro na Zona Norte de Porto Alegre: atende veículos com sinistro aberto, conversa direto com o regulador, monta o orçamento no formato que a seguradora pede e acompanha o carro até a vistoria final. Se o seu já tem aviso registrado, o primeiro passo é agendar pelo WhatsApp (51) 3209-0348 a avaliação gratuita e presencial na unidade. A vistoria e a regulação são da seguradora; a avaliação da Lisboa Car é feita com o carro aqui.

O que a seguradora pergunta quando você abre o sinistro

A ligação de abertura é curta e sempre puxa as mesmas informações: dados do segurado e da apólice, data, hora e local do ocorrido, descrição do que aconteceu, se houve terceiros envolvidos, se teve boletim de ocorrência e qual a condição atual do veículo. No fim, a atendente registra e devolve um número. Esse número é o aviso de sinistro, e ele é a chave de tudo o que vem depois. Sem ele, nenhuma oficina consegue abrir orçamento nem falar com o regulador do seu caso.

A pergunta sobre a oficina costuma vir na sequência, às vezes junto com uma lista de sugestões. Vale saber que sugestão é sugestão. O plano que você contratou é que diz se existe rede referenciada, se ela é obrigatória, e o que muda no seu bolso quando você segue por fora dela. Em vez de decidir no susto, peça o número do aviso, anote o nome de quem atendeu e diga que vai confirmar a oficina em seguida. Ninguém é obrigado a fechar essa escolha no primeiro telefonema.

Existe um segundo cuidado, e ele vale ouro depois. Descreva o ocorrido do jeito que aconteceu, sem arredondar e sem tentar adivinhar o que soa melhor. A vistoria prévia e a regulação vão comparar o dano físico com a sua descrição. Quando as duas coisas conversam, o processo anda. Quando não conversam, o regulador pede complemento e o relógio recomeça.

Oficina referenciada e oficina de livre escolha: o que muda para você

Muita gente digita oficina credenciada seguro Porto Alegre no Google acreditando que só existe esse caminho. Existem dois, e eles convivem no mercado há décadas.

A oficina referenciada, também chamada de credenciada, tem contrato com a seguradora. Ela trabalha com tabela de tempos e valores acordada previamente, o fluxo administrativo é padronizado e, em vários planos, o segurado ganha alguma condição comercial por usar a rede. Em contrapartida, o escopo dentro daquele contrato é definido pela seguradora, e a garantia do reparo costuma ser oferecida em conjunto pela rede e pela oficina executante, nos termos do contrato entre elas.

A oficina de livre escolha é aquela que o próprio segurado indica. Nesse caminho, quem executa o reparo responde pelo que executou, e a relação de confiança é direta: você escolhe a casa, conhece a estrutura, fala com quem está com o seu carro na mão. O orçamento vai para a seguradora do mesmo jeito, passa pela mesma regulação e depende da mesma autorização. A diferença não está na burocracia. Está em quem você escolheu para fazer o serviço e em quem responde por ele depois.

Quem procura uma oficina que atende seguradora em Porto Alegre costuma travar bem nesse ponto, e o desempate está num lugar que ninguém lembra de olhar: a possibilidade de livre escolha e as condições dela estão na sua apólice, e variam de plano para plano. Alguns contratos preveem livre escolha com franquia diferenciada. Outros direcionam para a rede. Antes de defender um caminho ou outro, abra a apólice e leia a cláusula de reparo, ou peça essa informação ao seu corretor. É a leitura de cinco minutos que evita semanas de desencontro.

A Lisboa Car Service atende veículos com sinistro aberto e monta o orçamento no padrão que a seguradora pede. Traga a apólice e o número do aviso, que a gente confere junto com você o que o seu plano permite antes de qualquer coisa.

O Fluxo do Sinistro Etapa por Etapa: Quem Decide Cada Uma e o Que Você Precisa Ter em Mãos

Etapa do processo O que acontece nela Quem decide O que o segurado precisa ter em mãos
1. Aviso de sinistro Você comunica o ocorrido à seguradora ou ao corretor e o processo é aberto com um número. O segurado abre; a seguradora registra Apólice, CNH, documento do veículo, data, hora e local do ocorrido
2. Escolha da oficina Definição de onde o reparo será executado, dentro do que o plano contratado permite. O segurado, nos limites da apólice Número do aviso e a cláusula de reparo da apólice, para saber o que o seu plano permite
3. Vistoria prévia Registro do estado do veículo antes do reparo, com vistoriador no local ou fotos pelo aplicativo. A seguradora define o formato Carro limpo, chassi e hodômetro acessíveis, documento em mãos e o roteiro de fotos do app
4. Orçamento Levantamento do que se recupera, do que se substitui, dos tempos de funilaria, preparação e pintura, e das peças com código. A oficina monta e envia Cópia do orçamento enviado, para conferir depois item por item
5. Regulação A seguradora analisa o orçamento contra a apólice, contra a vistoria e contra o que você descreveu na abertura. O regulador da seguradora Nome e contato do regulador e o número do aviso para consultar o andamento
6. Autorização de peças Definição da origem de cada peça que entra no carro, conforme a apólice e a idade do veículo. A seguradora autoriza Relação de peças autorizadas por escrito, com código de cada item
7. Execução Desmontagem, funilaria, preparação, pintura em cabine, remontagem e acabamento. A oficina executa o que foi liberado Canal aberto com quem está com o carro e o registro de cada etapa concluída
8. Complemento de orçamento Etapa que aparece quando a desmontagem revela serviço escondido atrás do dano visível. A oficina documenta; o regulador autoriza As fotos do que foi encontrado e o aviso de que um segundo ciclo de análise começou
9. Vistoria final Conferência do reparo executado antes de a seguradora encerrar o processo, quando o plano prevê. A seguradora Orçamento aprovado em mãos, para comparar o que foi liberado com o que foi feito
10. Entrega Devolução do veículo lavado, com a lataria conferida e a documentação do reparo. Você confere e aceita Relação de peças instaladas, garantia por escrito do serviço executado e tempo para olhar o carro com calma

💡 Insight: Repare que o segurado decide em três pontos e conta em todos os outros. Por isso o que mais atrasa um sinistro não é a funilaria: é chegar numa etapa sem o que ela pede. Com o número do aviso, o nome do regulador, o orçamento aprovado e a relação de peças guardados no celular, você atravessa o processo acompanhando, em vez de perguntando.

Já abriu o aviso de sinistro e não sabe para onde levar o carro?

Agende pelo WhatsApp (51) 3209-0348 a avaliação gratuita e presencial na Lisboa Car Service, na R. Tupinambá, 61, Jardim São Pedro (Zona Norte), informando modelo, ano e número do aviso. Com o carro aqui, a equipe olha também o que está por trás do dano aparente, que a foto não mostra.

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O passo a passo, do aviso de sinistro até a entrega da chave

O fluxo tem uma ordem, e entender a ordem é o que reduz a ansiedade de quem está sem carro.

Primeiro vem o aviso de sinistro, que você abre com a seguradora ou pelo corretor, e que gera o número do processo. Segundo, a escolha da oficina, dentro do que a apólice permite. Terceiro, a vistoria prévia: a seguradora precisa ver o dano antes de autorizar qualquer coisa, e isso acontece de duas formas hoje. Ou o vistoriador vai até o carro, ou você mesmo envia as fotos pelo aplicativo da seguradora, seguindo o roteiro de ângulos que o app pede. Quando o carro já está na oficina, é comum a própria equipe organizar esse registro fotográfico com o dano exposto, o que costuma poupar uma rodada de pedidos de complemento.

Quarto passo, o orçamento. A oficina levanta o que precisa ser recuperado, o que precisa ser substituído, os tempos de funilaria, preparação e pintura, e a relação de peças com código. Esse documento sai no padrão que a seguradora pede, porque é assim que o regulador consegue analisar sem devolver.

Quinto, a regulação. É a etapa em que a seguradora analisa o orçamento contra a apólice, contra a vistoria e contra a descrição do ocorrido. Pode haver negociação de itens, pedido de foto adicional, questionamento de um tempo ou de uma peça. Termina com a liberação, que é a autorização formal para começar.

Sexto, a autorização de peças, que às vezes vem junto e às vezes vem depois. É aqui que se define a origem de cada peça que entra no carro, conforme a apólice e a idade do veículo. Sétimo, a execução: desmontagem, funilaria, preparação, pintura, remontagem e acabamento. Oitavo, a vistoria final, que várias seguradoras fazem antes de encerrar o processo. Nono, a entrega, com o carro lavado, a lataria conferida e os documentos do reparo na sua mão.

Nada disso vira corrida de obstáculos quando cada etapa é feita na hora certa. O que atrapalha é pular a ordem: mandar desmontar antes da vistoria prévia, começar serviço antes da liberação, comprar peça sem autorização. Atalho em sinistro costuma custar mais caro do que o caminho inteiro.

A franquia: o que é e quando ela entra

Franquia é a parte do prejuízo que fica com o segurado em um sinistro parcial. Ela está escrita na apólice, é conhecida desde o dia da contratação e não muda por causa do tamanho do amassado. Não existe surpresa aqui. Existe leitura de contrato.

O que costuma gerar dúvida é o momento do pagamento. Na prática mais comum do mercado, a franquia é acertada com a oficina na retirada do veículo, porque a seguradora paga à oficina a parte que cabe a ela e o segurado complementa a sua. Quem confirma esse desenho no seu caso é a seguradora, e ele aparece na comunicação de liberação do processo.

Vale um cálculo frio antes de acionar o seguro por um dano pequeno. Amassado sem trinca na pintura, marca de granizo, batidinha de estacionamento e risco superficial muitas vezes se resolvem por martelinho de ouro ou pintura localizada, sem abrir sinistro e sem mexer no seu histórico de seguro. O texto sobre martelinho ou funilaria ajuda a enxergar de que lado o seu dano cai. A conversa honesta é essa: nem todo dano precisa virar processo.

Por que o prazo começa a contar da liberação, e não da entrada do carro

Essa é a maior fonte de mal-entendido em conserto de sinistro, e ela merece nome claro. O relógio do reparo não começa quando você deixa o carro no pátio. Ele começa quando a seguradora libera o orçamento e autoriza as peças.

O motivo é simples. Antes da liberação, a oficina não pode desmontar por conta própria, não pode comprar peça e não pode iniciar funilaria, porque nada disso está autorizado. Se fizer, corre o risco de executar um serviço que a seguradora não vai reconhecer. Depois da liberação entra a variável seguinte, que é a chegada das peças autorizadas. Peça de lataria de linha corrente costuma aparecer rápido no fornecedor. Peça de importado, item eletrônico ligado a airbag ou a sensor, e componente que só sai de centro de distribuição fora do estado seguem outro calendário.

Existe ainda o complemento de orçamento. Muita coisa só aparece depois que a lataria é desmontada: um travessão amassado por trás do para-choque, um suporte de farol trincado, um chicote rompido. Quando isso acontece, a oficina abre um complemento com fotos, envia ao regulador e aguarda nova autorização. É um segundo ciclo de liberação, e ele é normal em colisão de porte médio para cima. O caso do Virtus com colisão frontal lateral mostra como um dano visível na frente carrega serviço escondido atrás dela.

Por isso ninguém sério fecha prazo na primeira conversa. O que dá para prometer é transparência: você vai saber em que etapa o seu carro está, o que está sendo esperado e de quem depende o próximo movimento.

Está esperando resposta da seguradora e ninguém explica em que pé está?

Você tem direito de saber em qual etapa o seu processo parou e de quem depende o próximo movimento. Manda o número do aviso e o modelo do carro pelo WhatsApp da unidade Service que a equipe te explica o que já foi enviado ao regulador, o que está sendo esperado e o que costuma vir em seguida.

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O que a vistoria prévia procura no seu carro

A vistoria prévia existe para registrar o estado do veículo antes do reparo, e o vistoriador olha três coisas ao mesmo tempo. A primeira é o dano: extensão, profundidade, peças atingidas, sinal de deformação estrutural. A segunda é a compatibilidade entre esse dano e a história que você contou na abertura. Batida frontal com marca de impacto na traseira levanta pergunta, e a pergunta atrasa o processo. A terceira é o estado geral do carro, incluindo danos antigos que nada têm a ver com o sinistro atual, justamente para separar o que entra e o que não entra no reparo coberto.

Quando a vistoria é feita pelo aplicativo, o roteiro pede fotos de ângulos específicos, chassi, hodômetro, documento e detalhes do dano. Foto tremida, escura ou distante é o motivo número um de reprova e de novo pedido. Carro sujo também atrapalha: barro e poeira escondem arranhado e mascaram profundidade de amassado.

Na oficina, o registro fotográfico é feito com o carro limpo, em luz boa, com o dano exposto e com referência de escala quando o caso pede. É um cuidado administrativo que parece detalhe e que decide quantas vezes o processo vai e volta antes de sair a liberação.

O que você deve guardar em mãos do começo ao fim

Quatro informações resolvem quase todo impasse de um sinistro, e as quatro cabem numa nota do celular.

Número do aviso de sinistro. É a identidade do processo. Toda ligação, todo protocolo, toda consulta de andamento passa por ele.

Nome e contato do regulador. É a pessoa que analisa o seu caso na seguradora. Ter esse nome anotado encurta caminho quando a oficina precisa esclarecer um item do orçamento e você precisa confirmar um andamento.

Cópia do orçamento aprovado. O documento que diz exatamente o que foi autorizado, item por item, com tempos e peças. É o que você usa na entrega para conferir se o que foi feito bate com o que foi liberado.

Relação de peças autorizadas. A lista com a origem de cada peça que entra no carro. Guarde essa relação e confira na hora de retirar o veículo. Peça pedida, peça chegada e peça instalada precisam ser a mesma coisa, e a oficina não deve ter problema nenhum em mostrar embalagens e notas.

Junte a isso o boletim de ocorrência, quando houver, e a apólice em PDF. Com esse conjunto na mão, você deixa de depender da memória de quem atendeu o telefone e passa a acompanhar o próprio processo.

Traga a apólice e o número do aviso: a gente confere junto antes de qualquer coisa

Na Lisboa Car Service o primeiro passo é ler o que o seu plano permite e registrar o dano no formato que o regulador precisa ver. Só depois o orçamento é montado, com os tempos discriminados e as peças com código. Todo serviço executado sai com garantia de 90 dias em peças e mão de obra.

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Dentro da oficina: desmontagem, funilaria, cabine e remontagem

Liberado o orçamento e autorizadas as peças, o carro entra na linha e a sequência é sempre a mesma.

A desmontagem abre a área danificada e retira o que precisa sair para o trabalho de lataria: para-choque, faróis, guarnições, revestimentos internos, às vezes o vidro. É nesse momento que aparece serviço escondido, e é daí que nasce o complemento de orçamento.

A funilaria vem em seguida, e é onde mora a decisão técnica que mais impacta o resultado final: recuperar ou substituir. Painel de lataria com deformação suave e sem estiramento de metal se recupera com qualidade. Peça com dobra estrutural, corte ou perda de geometria pede substituição. Essa escolha não sai do gosto do funileiro. Ela segue o comportamento do metal e o que o fabricante define para aquela região do carro. O caso da S10 com colisão frontal e lateral mostra essa lógica peça por peça. Para-choque entra na mesma conversa, e a recuperadora de para-choque resolve trinca e deformação em muita peça que a primeira olhada condenaria.

A preparação é a etapa invisível que decide a durabilidade. Lixamento, aplicação de massa quando necessário, primer, nova lixa, desengraxe e mascaramento. Pintura boa é preparação boa. Quem pula preparação entrega um carro bonito na entrega e cheio de defeito meses depois.

A pintura acontece em cabine, com o tom definido por leitura da cor do seu carro e não pelo código de fábrica isolado, porque anos de sol e chuva alteram a tonalidade real da lataria. O trabalho de difuminação nas peças vizinhas é o que faz a peça nova sumir dentro do conjunto. O post sobre chapeação e pintura na Zona Norte detalha esse processo etapa por etapa.

Depois vem a remontagem, com os alinhamentos de folga entre peças, o encaixe de guarnições, a reinstalação de faróis e sensores e a checagem do que é elétrico naquela região. Fecha com polimento de entrega na área trabalhada e limpeza do veículo. Só então o carro está pronto para a vistoria final da seguradora, quando ela ocorre, e para a sua conferência.

Como funciona o atendimento no Jardim São Pedro

O carro chega na R. Tupinambá, 61, com o número do aviso de sinistro em mãos. A primeira coisa que a equipe faz é o registro fotográfico completo do dano, com o veículo limpo e a luz certa, no formato que o regulador precisa ver. Em seguida vem a inspeção da estrutura por trás do dano aparente, para saber desde já se o caso tende a gerar complemento depois da desmontagem.

O orçamento é montado no padrão que a seguradora pede, com os tempos de funilaria, preparação e pintura discriminados e a relação de peças com código. Sai daqui direto para o regulador, e o acompanhamento fica com a oficina: se vier pedido de foto adicional, questionamento de item ou negociação de tempo, a equipe responde e mantém você informado do estágio. Você não precisa virar despachante do próprio sinistro.

Com a liberação na mão e as peças autorizadas, o carro entra na linha. Cada etapa concluída vira mensagem no seu WhatsApp com foto, porque quem está sem carro tem o direito de saber onde o carro está. Na entrega, você recebe o veículo lavado e polido na área trabalhada, confere folga por folga, e a relação de peças instaladas fica documentada.

Como diz Carlos Paiva, sócio e gestor técnico da casa, em sinistro o trabalho começa muito antes da primeira lixa: começa em registrar o dano do jeito certo, para que a análise da seguradora ande em vez de voltar. Todo serviço executado pela Lisboa Car Service sai com garantia de 90 dias em peças e mão de obra, e a unidade atende veículos de até 10 anos, de segunda a sexta.

Como a Lisboa Car Service conduz um carro com sinistro aberto

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Registro fotográfico no formato do regulador

Carro limpo, luz boa, dano exposto e referência de escala quando o caso pede. É o cuidado administrativo que decide quantas vezes o processo vai e volta.

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Inspeção do que está atrás do dano visível

Antes de orçar, a equipe olha travessão, suportes e chicotes na região atingida, para saber desde já se o caso tende a gerar complemento depois da desmontagem.

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Orçamento no padrão que a seguradora pede

Tempos de funilaria, preparação e pintura discriminados, e a relação de peças com código. Sai daqui direto para o regulador, sem intermediário.

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Acompanhamento da regulação

Pedido de foto adicional, questionamento de item ou negociação de tempo: quem responde é a oficina. Você não precisa virar despachante do próprio sinistro.

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Cabine de pintura própria e tom lido no carro

A cor é definida pela leitura da lataria do seu veículo, não pelo código de fábrica isolado, com difuminação nas peças vizinhas para a peça sumir dentro do conjunto.

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Garantia de 90 dias

Em peças e mão de obra sobre o serviço executado, para veículos de até 10 anos, de segunda a sexta, na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro.

Perguntas frequentes sobre funilaria que atende seguro

Reunimos abaixo as dúvidas que mais chegam de quem acabou de abrir o sinistro e ficou travado na hora de escolher a oficina. São perguntas de processo, de responsabilidade e de prazo, do tipo que ajuda você a acompanhar o próprio caso sem depender do que alguém lembrou de contar no telefone.

Perguntas frequentes sobre funilaria que atende seguro em Porto Alegre

Onde fazer o conserto de sinistro em Porto Alegre

Escolher a funilaria para um sinistro é escolher quem vai cuidar de duas coisas ao mesmo tempo: a lataria do seu carro e o papel que corre em paralelo. Boa parte do mercado dá conta de uma e tropeça na outra. Existe a oficina que faz um trabalho de chapa impecável e some quando o regulador pede complemento, deixando você segurando o telefone. E existe a que resolve a burocracia rápido e entrega uma pintura que denuncia a peça reparada na primeira luz de sol forte. O reparo bom fecha os dois lados.

Três perguntas separam uma coisa da outra, e você pode fazer as três por mensagem antes de deixar o carro em qualquer lugar da cidade. A primeira é se a oficina monta o orçamento no padrão que a sua seguradora pede e envia direto ao regulador, com os tempos discriminados e as peças com código. A segunda é quem fala com a seguradora quando aparecer serviço escondido depois da desmontagem, e se você vai ser avisado antes de qualquer complemento seguir. A terceira é como funciona a garantia do serviço executado, por escrito, e o que ela cobre. Uma casa que responde essas três com clareza já está bem acima da média do que circula por aí.

Some a isso um cuidado com o histórico do seu próprio processo. Guarde o número do aviso, o nome do regulador, o orçamento aprovado e a relação de peças autorizadas. Na entrega, confira o carro com calma e com luz: folgas entre as peças, alinhamento dos faróis, encaixe das guarnições, tonalidade da pintura vista de vários ângulos e funcionamento de tudo que é elétrico naquela região. Se alguma coisa não fechar, o momento de falar é ali, com o carro ainda na oficina.

A Lisboa Car Service fica na R. Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, na Zona Norte de Porto Alegre, e atende de segunda a sexta. É a unidade de funilaria, pintura e martelinho de ouro do grupo, com mais de 45 anos de história e mais de 100 mil veículos atendidos, cabine de pintura própria, atendimento para veículos de até 10 anos e garantia de 90 dias em peças e mão de obra. Atende veículos com sinistro aberto e também quem prefere resolver o dano por fora do seguro. A página da Lisboa Car Service mostra a estrutura por dentro, e a seção de reparação estética reúne tudo o que a casa faz em lataria e pintura, incluindo os casos em que o para-choque pode ser recuperado em vez de trocado.

Se o seu carro já tem aviso de sinistro aberto, comece pela conversa. Chame no WhatsApp (51) 3209-0348 com o modelo, o ano e o número do aviso e agende a avaliação gratuita e presencial. Com o carro aqui, a gente olha o dano por fora e por dentro e te diz o que dá para adiantar. Se ainda nem abriu o aviso, também vale agendar: às vezes o dano é daqueles que se resolve sem processo nenhum.

A cena mais comum aqui é a da entrega. O dono chega esperando encontrar a peça nova gritando no meio da lateral, aquele quadrado de cor levemente diferente que todo mundo já viu em algum carro. Ele para a um passo do paralama, inclina a cabeça, anda até a porta, volta. Passa a mão na junção. Depois se afasta uns três metros, olha o carro inteiro de uma vez, e o silêncio dura mais do que a gente espera. Não é que tenha ficado bonito demais para comentar. É que ele está procurando o reparo e não está achando. Aí pega a chave, senta, fecha a porta e escuta aquele estalo firme de encaixe que o carro fazia antes da batida. Meia hora depois está descendo a Tupinambá com o carro que era dele de novo, e o número do aviso de sinistro vira só mais uma nota velha no celular.

“Em sinistro o trabalho começa muito antes da primeira lixa. Começa em registrar o dano do jeito certo, para que a análise da seguradora ande em vez de voltar. Foto escura, orçamento fora do formato, peça listada sem código: cada um desses empurra o processo de volta para o começo, e aí o carro fica parado esperando papel, não mão de obra. A gente não promete o que a seguradora vai liberar, porque isso não é nosso. A gente promete que você vai saber, todo dia, em que etapa o seu carro está e de quem depende o próximo movimento.”

— Carlos Paiva, Sócio e Gestor Técnico, Lisboa Car

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Se o seu carro já tem aviso de sinistro aberto, o próximo passo é a avaliação gratuita e presencial. Com o carro na unidade, a equipe da Lisboa Car Service olha o dano, diz o que tende a ser recuperado e o que tende a ser substituído, explica o que a vistoria prévia vai pedir e monta o orçamento no padrão que a seguradora precisa receber. Se você ainda nem abriu o aviso, também vale agendar: às vezes o dano é daqueles que se resolve sem processo nenhum.

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