A porta ficou pronta. Na garagem do prédio, com a luz amarelada do teto, o reparo parece impecável. Você sai para a rua, o sol do meio-dia bate na lateral e o olho vai direto a um detalhe: a porta tem um tom ligeiramente diferente do paralama ao lado. Não há mancha, a superfície está lisa e o brilho está bom. Só a cor não conversa com o resto do carro. É a pintura de uma peça só com tom diferente, e ela incomoda porque você conhece o seu carro melhor do que qualquer pessoa.
A diferença de tom na pintura parcial do carro tem causas conhecidas e, na maior parte dos casos, tem solução antes de a tinta entrar na cabine. Quando a oficina pinta uma peça só, a cor nova precisa convencer ao lado de uma cor que já passou anos exposta. Na pintura localizada da Lisboa Car Service, esse é o centro do trabalho: usar a tinta certa é o começo, e ajustar o resultado ao carro que está na oficina, do jeito que ele está hoje, decide se a diferença aparece ou não.
Três ideias explicam quase tudo. A primeira: a tinta original envelhece. Sol, chuva, lavagens e polimentos mudam levemente a cor e o brilho do carro ao longo do tempo, e a tinta nova nasce sem esse histórico. A segunda: cores metálicas e perolizadas mudam de aparência conforme o ângulo, e a mesma fórmula pode parecer mais clara ou mais escura dependendo de como foi aplicada. A terceira: a linha onde a cor nova encontra a antiga precisa ser pensada, porque um corte seco entre duas peças expõe qualquer diferença mínima. A solução combina o código de cor de fábrica, o ajuste do tom e uma transição bem feita para a peça vizinha.
Este texto segue a ordem em que o assunto aparece na oficina. Começa pelo envelhecimento da tinta original, passa pelos metálicos e perolizados, explica o papel do código de cor e a transição entre peças, e termina na decisão que mais pesa no bolso e na vista: pintar só a peça danificada, incluir a vizinha ou pintar a peça inteira. Quem quer o passo a passo do preparo da tinta encontra o detalhe em igualação de cor na pintura do carro e como a tinta chega ao tom de fábrica. Aqui o foco é a pintura parcial e o que fazer para que ela não denuncie o reparo.
Uma observação sobre o alcance. O conteúdo vale para carros nacionais e importados atendidos na Lisboa Car Service, que recebe veículos com até 10 anos de fabricação. Nessa faixa de idade, a tinta original costuma estar em condição que permite um ajuste fiel. Cada carro, porém, tem a sua cor, a sua exposição ao sol e a sua história de lavagens, e por isso nenhum texto substitui olhar o carro.
É por isso que a avaliação da Service é sempre presencial. Tom de pintura não se julga em mensagem nem em foto, porque a câmera do celular altera cor, contraste e brilho, e porque o metálico muda com o ângulo. A equipe precisa ver o carro, de perto e de longe, sob luz natural, antes de dizer como a pintura parcial deve ser feita. A avaliação é gratuita, como explica o texto sobre avaliação de funilaria em Porto Alegre e por que ela é presencial. Depois dela, a equipe envia fotos e vídeos do que encontrou, e o orçamento chega pelo WhatsApp.
Pense neste texto como um roteiro de perguntas para levar a qualquer oficina. Como vocês chegam ao tom? Usam o código de cor de fábrica? Vão fazer transição para a peça vizinha? O que acontece se o tom não bater na entrega? Quem responde com termos concretos tem método. Quem responde “fica igual, pode deixar” costuma deixar a pergunta para depois, e a diferença de tom é o tipo de problema que só aparece depois.
Por que o tom muda quando se pinta uma peça só
Um carro não conserva a cor com que saiu da fábrica. Desde o primeiro dia ele recebe radiação solar, chuva, poeira, respingos de seiva, lavagens e, em muitos casos, polimentos. Cada fator tira um pouco do brilho do verniz e mexe, de forma quase invisível, na aparência da cor. O processo é lento e acontece em todas as peças ao mesmo tempo, e por isso ninguém percebe nada no carro inteiro.
A pintura de uma peça só quebra essa uniformidade. A porta nova recebe tinta e verniz recém-aplicados, sem sol acumulado. Ao lado dela, o paralama original carrega todo o uso do carro. Mesmo que a fórmula da tinta seja idêntica à de fábrica, as duas superfícies não estão mais no mesmo ponto, e o olho nota a diferença. Por isso copiar a fórmula não basta. A oficina precisa acertar a cor do carro como ele está agora.
O envelhecimento também varia dentro do mesmo carro. Teto, capô e tampa do porta-malas recebem mais sol do que as portas, e as partes baixas sofrem mais com pedrisco e lama. Uma peça no alto pode ter perdido mais brilho do que outra perto do chão. Assim, o tom ideal da tinta nova depende de qual peça será pintada e de quais peças ficam ao lado dela.
Cuidados anteriores pesam. Um carro que passou por polimentos repetidos tem o verniz mais fino e um brilho diferente de um carro que quase nunca foi polido. Um carro que dormiu a céu aberto tem um envelhecimento diferente de um carro de garagem. Dois carros da mesma cor e do mesmo ano podem exigir ajustes diferentes na hora da pintura parcial.
Cores metálicas e perolizadas: o problema do ângulo
Quem já olhou um carro cinza-escuro de lado e de frente sabe que a cor muda. Isso acontece nas tintas metálicas, que levam minúsculas partículas de alumínio, e nas perolizadas, que levam partículas que refletem a luz em camadas. A cor que chega ao seu olho depende de como essas partículas ficam deitadas dentro da tinta. Quando ficam paralelas à superfície, a cor parece mais clara e brilhante. Quando ficam mais inclinadas, parece mais escura.
A posição das partículas depende de como a tinta é aplicada: a distância e a pressão da pistola, a quantidade de tinta por demão, o número de demãos e o intervalo entre elas. Duas peças com a mesma fórmula podem ter tons diferentes só por causa da aplicação. É por isso que a pintura parcial em cor metálica ou perolizada exige mais atenção do que numa cor sólida, como um branco ou um preto liso.
As perolizadas pedem ainda mais cuidado, porque muitas são formadas por camadas: uma base, uma camada com o efeito perolado e o verniz por cima. Cada camada contribui com o resultado final, e a espessura de uma delas altera o tom. O técnico precisa controlar o processo inteiro para que a peça pintada e a peça original reflitam a luz do mesmo jeito.
Um teste simples ajuda a perceber o efeito. Fique de frente para a lateral do carro e olhe a peça pintada e a vizinha. Depois afaste-se para um lado e olhe de novo, em ângulo. Se a diferença some de frente e aparece de lado, ou o contrário, o problema é de ângulo, típico de metálicos e perolizados. Na avaliação, a equipe da Service faz esse mesmo exercício, com o carro à vista.
O código de cor de fábrica: ponto de partida
Todo carro tem um código de cor registrado pela montadora. Ele identifica a fórmula da tinta que o carro recebeu na linha de produção, e a Lisboa Car Service trabalha com tinta pronta nesse código. Isso evita o improviso de misturar até “chegar perto” e garante que a pintura comece na cor certa. O código aparece em etiqueta do veículo, cuja posição varia por marca e modelo, e a equipe confirma com o carro à frente.
O código, porém, é um ponto de partida. Uma mesma cor de fábrica pode ter pequenas variantes, porque os lotes de tinta não são rigorosamente iguais, e o carro ainda sofreu o envelhecimento que já vimos. Se a oficina aplica a cor do código sem comparar com o carro, o resultado fica certo no papel e errado na lateral. Código de cor sem conferência de tom é metade do trabalho.
Por isso o processo da pintura automotiva da Service não termina na escolha da tinta. A cor preparada é comparada com a peça vizinha sob luz natural, e o ajuste do tom, quando necessário, acontece antes da aplicação. O alvo é o tom de fábrica, aquele que o carro tinha quando você o viu pela primeira vez, e não um tom aproximado que passa na garagem e falha ao sol.
Como a Service chega ao tom de fábrica na pintura parcial
A sequência do trabalho segue a lógica de tirar a incerteza antes que ela vire problema. Primeiro, a avaliação presencial define o que será recuperado ou trocado e quais peças entram na pintura. Segundo, a tinta vem pronta no código de cor original de fábrica. Terceiro, a cor é comparada com o carro, e o tom é ajustado quando a comparação mostra diferença. Quarto, a pintura é aplicada em cabine pressurizada, o que protege a superfície de poeira e de variações do ambiente. Quinto, o verniz fecha o conjunto, e a transição para a peça vizinha deixa a mudança de cor sem linha visível.
Cada etapa é documentada em fotos. Esse registro serve a você e à equipe. Para você, mostra o que aconteceu dentro da oficina. Para a equipe, é a memória do serviço: se alguma dúvida surgir na entrega, as fotos mostram o caminho que o carro fez.
A sequência vale para peças recuperadas e para peças trocadas. Uma peça recuperada é a peça do próprio carro que voltou à forma e foi preparada para a pintura. Uma peça trocada é a que saiu, e outra entrou no lugar. Em ambos os casos, o tom da pintura nova precisa casar com o resto do carro, e o caminho para isso é o mesmo.
Quer ver o tom da pintura com a equipe ao seu lado?
Chame a Lisboa Car Service no WhatsApp e agende a avaliação gratuita e presencial na Rua Tupinambá. A equipe compara a cor com o carro sob luz natural antes de indicar como a pintura parcial deve ser feita.
Agendar avaliação gratuitaTransição entre peças: o que é e por que funciona
Transição é a técnica de espalhar a pintura nova de forma gradual, para que a cor deixe de ser um bloco isolado e vire uma mudança suave. Em vez de a tinta terminar exatamente na borda da peça, ela avança por uma área da peça vizinha, com camadas cada vez mais leves, até se fundir com a cor original. O olho não encontra uma linha onde a cor muda, porque a mudança está distribuída por uma região maior.
Funciona por uma razão simples. O olho humano é muito sensível a diferença de cor entre duas áreas separadas por uma borda nítida e quase não percebe a mesma diferença quando ela se espalha. Uma pequena variação de tom, que aparece clara numa porta pintada com corte seco ao lado de um paralama, deixa de aparecer quando a cor encontra o paralama em degradê.
A transição ajuda principalmente nos metálicos e nos perolizados, pois esses tons são os que mais mudam com o ângulo. Ela também se apoia em um cuidado com o verniz, que é aplicado de modo que o brilho da região de transição acompanhe o brilho do resto do painel. Depois da aplicação, o polimento ajusta o acabamento onde a pintura nova encontra a original. O polimento automotivo da Service cobre essa etapa.
Há também onde a transição não funciona sozinha. Se o tom da peça nova está longe do original, nenhuma transição esconde a diferença. A transição trabalha com uma cor já ajustada, e não no lugar do ajuste. As duas coisas andam juntas: tom ajustado e mudança suave.
Quando pintar a peça inteira e quando incluir a vizinha
Aqui nasce a pergunta que a maioria dos clientes faz: dá para pintar só a parte amassada de uma porta? A regra de boa prática é pintar a peça inteira. Um painel como uma porta, um paralama ou um capô é percebido pelo olho como uma unidade, delimitada por vãos e frestas. Pintar só um pedaço deixa uma borda no meio do painel, onde a transição seria visível. Por isso a pintura de uma peça só quer dizer a peça completa, de vão a vão, e não um retoque no ponto do dano.
Incluir a peça vizinha entra em jogo em alguns casos. Em cores metálicas e perolizadas, a transição pede uma área onde a cor nova possa se fundir. Quando a peça vizinha tem pouco espaço, ou quando a cor é complexa, pode ser melhor pintar a vizinha inteira, que passa a ser a peça de transição. Em cores muito claras ou muito escuras, e em carros com pintura desgastada, a decisão também pode mudar. Em cores sólidas e simples, muitas vezes a peça isolada e uma transição curta resolvem.
Outro fator é a posição da peça. Painéis da mesma região do carro e do mesmo envelhecimento, como porta dianteira e traseira, tendem a combinar melhor. Peças de regiões muito diferentes, como o capô e a porta, ficam separadas por um vão e costumam ser avaliadas separadamente.
Quem decide é o carro, e não uma regra. Na avaliação presencial, a equipe olha a cor, o estado da pintura original, o tamanho da peça e a vizinhança, e indica o caminho. Você aprova no orçamento, com as peças descritas uma a uma.
Pintar só a peça, com transição ou com a vizinha: como decidir
| Situação | Quando se aplica | Como fica a transição | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| ✅ Só a peça danificada | Cores sólidas, pintura original bem conservada e peça que termina em um vão natural | Transição curta, dentro da própria peça ou na borda da vizinha | Pede pintura original em bom estado |
| ✅ Peça e transição na vizinha | Cores metálicas e perolizadas, ou diferença de envelhecimento que pede mudança mais suave | Tom ajustado e transição trabalham juntos | Exige controle da aplicação e conferência de frente e de lado |
| ✅ Peça danificada e vizinha inteira | Cores complexas, pouco espaço para transição ou grande diferença de envelhecimento entre as peças | A vizinha vira a peça de transição e a mudança de cor some | Mais peças no orçamento, descritas uma a uma |
💡 Dica: quem decide é o carro, e não uma regra. Na avaliação presencial, a equipe olha a cor, o estado da pintura original, o tamanho da peça e a vizinhança. Você aprova no orçamento, com as peças descritas uma a uma, e a garantia da Lisboa Car é de 90 dias em peças e mão de obra, conforme o CDC.
Só a peça danificada: cores sólidas, pintura original bem conservada e peça que termina em um vão natural. A transição é curta, dentro da própria peça ou na borda da vizinha.
Peça e transição na vizinha: cores metálicas e perolizadas, ou quando a diferença de envelhecimento pede uma mudança mais suave. O tom ajustado e a transição trabalham juntos.
Peça danificada e vizinha inteira: cores complexas, pouco espaço para transição ou grande diferença de envelhecimento entre as peças. A vizinha vira a peça de transição.
Leve esta lista de perguntas a qualquer oficina
Como vocês chegam ao tom? Usam o código de cor de fábrica? Vão fazer transição para a peça vizinha? Na Lisboa Car Service, a avaliação é gratuita e presencial, e a equipe responde com o carro à frente.
Combinar avaliação no WhatsAppComo conferir o tom na entrega
A conferência de tom é a última barreira, e dá para fazer sem equipamento. Peça para ver o carro do lado de fora, com luz natural. A luz fraca de uma garagem nivela diferenças que o sol revela. Olhe a peça pintada e a vizinha de frente e depois de lado, porque o ângulo é justamente o que denuncia um metálico mal ajustado.
Compare a peça pintada com a peça do lado oposto do carro, que serve de referência. Se a porta direita pintada combina com a porta esquerda, e não só com o paralama vizinho, o tom está bem acertado. Observe também a região onde a cor nova encontra a antiga: não deve haver linha, degrau de brilho nem faixa mais clara ou mais escura.
Se algo parecer fora do tom, aponte na hora. Na oficina, com o carro à frente e a equipe ao seu lado, um detalhe de tom ou de brilho se discute e se resolve. O mesmo detalhe, depois que o carro foi embora, vira volta e agenda. Por isso a entrega com calma é parte do reparo. O texto sobre funilaria que atende seguro em Porto Alegre mostra como a conferência se encaixa no atendimento de sinistro, do orçamento à entrega.
Como funciona o orçamento e o que influencia o valor
O orçamento da pintura parcial chega depois da avaliação presencial, pelo WhatsApp, com fotos e vídeos feitos pela equipe. Ele descreve peça por peça o que será recuperado, o que será trocado e o que será pintado. Você aprova antes de qualquer serviço começar.
O que pesa no orçamento são fatores de escopo, não números soltos: a cor do carro (metálicas e perolizadas exigem mais controle), quantas peças entram na pintura, a extensão do dano, se a vizinha entra como peça de transição e o estado da pintura original. Dois carros com o mesmo amassado podem ter orçamentos diferentes por causa desses fatores. A conta é sempre feita com o carro à vista.
Se o reparo veio de sinistro, a Lisboa Car Service atende sinistros de todas as seguradoras e descreve o reparo por escrito. A definição de pintar ou não a peça vizinha, nesse caso, é conversada com você e conferida no orçamento. As condições da apólice seguem sendo assunto entre você e a seguradora.
Garantia da pintura parcial
A garantia da Lisboa Car Service é de 90 dias em peças e mão de obra, conforme o CDC. O texto garantia de 90 dias: por que oferecemos e o que cobre explica a lógica por trás dela, e a Política de Garantia descreve as condições. Peça a garantia por escrito em qualquer oficina, com a cobertura e a forma de acionar.
Quanto à garantia de fábrica do carro, as condições são definidas pela montadora e estão no manual do veículo. Se você tem dúvida sobre como um reparo de pintura se relaciona com essas condições, traga o manual, e a equipe confere com você o que ele diz.
Como funciona a avaliação gratuita na Lisboa Car Service
A Lisboa Car Service fica na Rua Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, na Zona Norte de Porto Alegre. Funilaria, pintura e martelinho de ouro são o foco da unidade, e a avaliação é gratuita e sempre presencial.
O caminho tem quatro passos. Você agenda pelo WhatsApp (51) 3209-0348. Leva o carro à oficina no horário de atendimento. A equipe avalia o dano e o tom com o carro à vista, sob luz natural, e define se a pintura é de uma peça, de uma peça com transição ou de duas peças. Depois da avaliação, o orçamento chega pelo WhatsApp com fotos e vídeos do que foi encontrado, e você aprova antes de qualquer serviço.
O atendimento funciona de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h. Sábado e domingo a oficina fica fechada. Como diz Marcelo Lisboa, sócio-proprietário da Lisboa Car: “Nosso compromisso não é apenas consertar carros, é entregar confiança em cada serviço.”
Por Que Escolher a Lisboa Car Service
Garantia de 90 Dias
Em peças e mão de obra, conforme o CDC, com as condições descritas na Política de Garantia.
Transparência Radical
Orçamento aprovado por você antes de qualquer serviço. Depois da avaliação presencial, fotos e vídeos chegam pelo WhatsApp.
Pintura no Tom de Fábrica
Tinta pronta no código de cor original de fábrica, tom conferido com o carro e aplicação em cabine pressurizada.
Perguntas frequentes sobre diferença de tom na pintura parcial
Ainda ficou alguma dúvida sobre pintar uma peça só e o tom não bater? Reunimos abaixo as perguntas que mais aparecem sobre envelhecimento da tinta, cores metálicas, transição entre peças, pintura da vizinha, seguro e garantia. Se a sua dúvida não estiver na lista, chame a Lisboa Car Service no WhatsApp (51) 3209-0348 e a equipe responde no horário de atendimento.
Perguntas frequentes sobre diferença de tom na pintura parcial
Volte à cena da garagem, com a luz amarelada do teto e a porta recém-pintada. A inquietação daquele instante, se a cor combina, se vai aparecer ao sol, se o reparo vai denunciar a batida, agora tem um caminho de resposta que você mesmo percorre. A diferença de tom na pintura parcial do carro nasce de três coisas que se entendem: a tinta original envelheceu, as cores metálicas e perolizadas mudam com o ângulo e a linha onde a cor nova encontra a antiga precisa ser pensada. Para cada uma existe uma resposta de método.
Quando a oficina trabalha com método, o resultado aparece em situações pequenas e reais. A porta pintada reflete o céu do mesmo jeito que o paralama, de frente e de lado. O ponto onde a cor nova encontra a antiga não deixa linha. A cor da lateral esquerda combina com a da lateral direita. Isso acontece porque a tinta saiu do código de cor original de fábrica, o tom foi comparado com o carro antes da aplicação, a pintura passou por cabine pressurizada e cada etapa ficou registrada em fotos. Esse é o padrão que a Lisboa Car Service busca: o carro no tom de fábrica.
Vale levar uma pergunta para qualquer oficina, inclusive a nossa: como vocês chegam ao tom antes de pintar? A resposta de quem tem método cita itens pelo nome. Fala em código de cor, em comparação com a peça vizinha, em transição, em luz natural, em fotos. A resposta de quem não tem método fala em “fica igual” e em “pode confiar”. A diferença aparece na primeira conversa, e ela diz muito sobre o que vem depois.
Vale guardar também três exigências que servem em qualquer funilaria e pintura. A primeira é o orçamento aprovado por você antes de qualquer serviço, com as peças descritas uma a uma. A segunda é a explicação de quais peças serão pintadas e por quê, incluindo se a vizinha entra na transição. A terceira é a garantia por escrito, com cobertura e forma de acionar. Na Lisboa Car Service, a garantia é de 90 dias em peças e mão de obra, conforme o CDC. Se uma oficina resiste a qualquer uma das três, vale pensar duas vezes antes de deixar o carro.
Sobre o que a Service não faz, vale ser franco. Não estimamos tom de pintura por mensagem e não fechamos orçamento sem ver o carro. A câmera do celular muda cor e brilho, e o metálico muda com o ângulo, então a foto engana. A avaliação é presencial, e as fotos e os vídeos saem da própria equipe, depois que ela examinou o carro. Esse caminho evita prometer o que o carro ainda não mostrou.
Para quem está no seguro, o passo é o mesmo. Conte na avaliação que o carro entrou em sinistro e leve a documentação que a seguradora entregou. A Service atende sinistros de todas as seguradoras e descreve o reparo por escrito, e a entrega usa essa descrição como régua. Se a equipe indicar que a peça vizinha precisa entrar na pintura para o tom ficar uniforme, essa indicação aparece no orçamento, e você a leva à seguradora com a explicação técnica na mão. A franquia e as condições da apólice seguem sendo assunto entre você e a seguradora.
O próximo passo é curto. Chame a Lisboa Car Service no WhatsApp, (51) 3209-0348, e agende a avaliação gratuita e presencial na Rua Tupinambá, 61, no Jardim São Pedro, na Zona Norte de Porto Alegre. A equipe atende de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 18h. Sábado e domingo a oficina fica fechada. Depois da avaliação, o orçamento chega pelo WhatsApp com fotos e vídeos do que foi encontrado, e você decide com calma, sem que nada comece antes do seu sim.
Então imagine a cena de uma manhã de sol, na frente da Lisboa Car Service, na Rua Tupinambá. O orçamento aprovado está no seu celular. Alguém da equipe leva o carro para o pátio, onde a luz é de verdade, e fica ao seu lado. Vocês olham a lateral de frente e depois de lado, e a porta pintada acompanha o paralama em cada ângulo. Você passa o olhar pela borda onde a cor nova encontra a antiga e não acha linha. Vocês comparam com a porta do lado oposto, e as duas respondem à luz do mesmo jeito. A equipe mostra as fotos das etapas, do carro como chegou até o carro pronto, e explica qual peça foi recuperada e qual foi trocada. Você entra no carro, gira a chave e, ao sair para a rua, o sol do meio-dia bate na lateral. Desta vez o olho passa direto pela porta, sem parar, e segue em frente.
Pronto para uma pintura que passa no teste do sol?
Chame no WhatsApp (51) 3209-0348 e combine o horário, de segunda a sexta. Se o carro entrou em sinistro, leve a documentação da seguradora: a Lisboa Car Service atende sinistros de todas as seguradoras.
Combinar horário no WhatsApp🔧 Como a Lisboa Car Service Chega ao Tom de Fábrica
Mais de 45 anos de Lisboa Car e mais de 100 mil veículos atendidos em Porto Alegre sustentam o mesmo método para todo carro que entra na Rua Tupinambá, 61:
-
Avaliação presencial e gratuita
O tom se julga com o carro à vista, sob luz natural. Depois da avaliação, fotos e vídeos chegam pelo WhatsApp.
-
Tinta no código de cor original de fábrica
Tinta pronta no código de cor, comparada com a peça vizinha antes da aplicação.
-
Ajuste do tom e transição entre peças
O tom é ajustado ao carro como ele está hoje, e a transição deixa a mudança de cor sem linha visível.
-
Cabine pressurizada
Aplicação protegida de poeira e de variações do ambiente, com o verniz fechando o conjunto.
-
Registro em fotos de cada etapa
Do carro como chegou até a pintura pronta, para mostrar o caminho que o carro fez.
-
Garantia de 90 dias
Em peças e mão de obra, conforme o CDC, para nacionais e importados de até 10 anos de fabricação. Atende sinistros de todas as seguradoras.
Aprofunde seu conhecimento
Você já sabe por que o tom muda numa pintura parcial. Veja outros conteúdos da Lisboa Car Service sobre cor, pintura, avaliação e garantia:
Igualação de Cor na Pintura do Carro
Como a tinta chega ao tom de fábrica, do código de cor à comparação com o carro.
Funilaria em Carro Importado: o Tom de Fábrica
Peça recuperada ou trocada e o cuidado com a cor em carros importados.
Pintura Localizada na Lisboa Car Service
Quando a pintura de uma peça ou de uma região resolve, e como o tom é ajustado.
Chapeação e Pintura na Zona Norte: Passo a Passo
Como funciona o reparo da lataria à pintura, etapa por etapa.
Avaliação de Funilaria: Por Que É Presencial
Por que tom e dano só se avaliam com o carro à vista, sob luz natural.
Garantia de 90 Dias: Por Que Oferecemos e o Que Cobre
A lógica da garantia de 90 dias em peças e mão de obra, conforme o CDC.
Visite Nossas Unidades em Porto Alegre
Lisboa Car Center
Mecânica • Elétrica • Diagnóstico
Av. João Wallig, 276 – Passo d’Areia
Porto Alegre, RS
Próximo ao Shopping Iguatemi
Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 18h
Lisboa Car Service
Funilaria • Pintura • Martelinho
R. Tupinambá, 61 – Jardim São Pedro
Porto Alegre, RS
Zona Norte de Porto Alegre
Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 18h
Tom de fábrica com método, da avaliação à entrega
Código de cor original de fábrica, tom conferido com o carro, transição entre peças e registro em fotos, com garantia de 90 dias em peças e mão de obra. Para nacionais e importados de até 10 anos.
Chame no WhatsApp e agende a avaliação gratuita e presencial na Lisboa Car Service.
Agendar avaliação gratuita
Comentários