Você para no sinal da Av. Assis Brasil, o carro fica em D, e quando o verde abre a saída vem meio tempo atrasada. Nada que assuste. Uma hesitação curta, do tipo que some se o rádio estiver alto. Duas semanas depois, na subida da Carlos Gomes, a passagem para a terceira dá um tranquinho seco que você sente no banco. Você comenta com um conhecido, ou joga a dúvida num grupo de WhatsApp, e recebe de volta a frase que circula em Porto Alegre inteira: câmbio automático moderno é selado, não precisa trocar óleo nunca.
Essa frase tem uma origem real, e é aí que começa a confusão. Boa parte dos manuais de carros lançados nos últimos anos descreve o fluido da transmissão como abastecimento para a vida útil do componente. A palavra “selado” pegou porque essas caixas não têm vareta de nível no cofre do motor. Sem vareta, sem tampa amarela, sem nada para o dono espiar, o câmbio virou uma caixa fechada na cabeça de quem dirige. Só que “sem vareta” descreve o acesso, não descreve manutenção. E o mesmo manual que fala em vida útil costuma trazer, algumas páginas adiante, uma tabela separada para condições severas de uso, com intervalo definido para a troca do fluido.
Vale entender o que esse óleo faz, porque ele não é um lubrificante comum. Num automático de conversor de torque, o fluido é ao mesmo tempo o líquido hidráulico que aciona as embreagens internas, o meio que transmite o giro do motor dentro do conversor, o agente que resfria o conjunto e o portador dos aditivos de fricção que definem como cada troca de marcha acontece. Ele trabalha sob pressão, sob cisalhamento e sob calor. Com o tempo, esses aditivos se esgotam, a viscosidade sai da faixa de projeto e o material de atrito que se desprende das embreagens fica em suspensão. O fluido escurece, perde capacidade de comandar as válvulas do corpo de válvulas com precisão e passa a permitir microdeslizes. Cada microdeslize gera mais calor, e mais calor degrada mais rápido o que sobrou do fluido.
Onde o carro roda muda muito essa conta. Trânsito urbano de para e anda é exatamente a condição que mais aquece um câmbio automático, porque o conversor de torque patina o tempo todo em baixa velocidade e transforma esse escorregamento em temperatura. Quem faz Passo d’Areia até o Centro todo dia útil, quem pega a Assis Brasil no fim da tarde, quem sobe rampa de estacionamento de shopping duas vezes por semana e quem puxa reboque em fim de semana está no perfil que a maioria das montadoras classifica como uso severo. O manual do seu carro define o intervalo, e é ele que precisa ser lido antes de qualquer serviço.
Daí nascem as três perguntas que trazem você até esta página. Com quantos quilômetros trocar. Quanto custa. E como o serviço é feito de verdade, porque você já ouviu falar em troca por gravidade, em máquina de fluxo, em filtro que não pode ser trocado e em cárter que vem com o filtro colado. São perguntas legítimas, e nenhuma delas tem resposta única para todos os carros. A resposta muda conforme o tipo de câmbio, o fabricante da caixa, a litragem do sistema e o estado do fluido que está lá dentro agora.
Este texto responde as três com a régua certa. Ele mostra por que “selado” não significa isento de manutenção, como encontrar o intervalo no manual do seu carro em vez de seguir a regra do vizinho, por que ATF, fluido de CVT e óleo de câmbio de dupla embreagem não são intercambiáveis, o que precisa estar escrito no orçamento além do fluido, qual a diferença prática entre a troca por gravidade e a troca por máquina de fluxo, e o que faz o valor variar de um carro para outro. No fim você consegue ler qualquer orçamento de câmbio que receber em Porto Alegre e fazer as perguntas certas antes de aprovar.
Câmbio selado não quer dizer câmbio sem manutenção
A ausência de vareta mudou o hábito, não a física. Nas caixas atuais o nível é conferido por um bujão lateral, com o veículo nivelado e o fluido dentro de uma faixa estreita de temperatura definida pela montadora. Fora dessa faixa a leitura mente: fluido frio ocupa menos volume e engana para baixo, fluido quente demais engana para cima. Por isso o serviço bem feito passa pelo scanner, que lê a temperatura da transmissão em tempo real e diz o momento exato de abrir o bujão.
O que a montadora quis dizer com abastecimento para a vida útil também merece leitura fria. Vida útil é um horizonte de projeto, calculado para um perfil de uso que raramente é o perfil de quem dirige em cidade grande. Quando o mesmo manual traz uma tabela de condições severas com intervalo definido, ele está admitindo que existe um segundo cenário. Trânsito congestionado, temperatura alta, uso com carga e trajetos curtos entram nesse segundo cenário. A pergunta correta não é se troca ou não troca, é qual das duas tabelas descreve o seu carro. Traga o manual que a gente confere isso com você antes de qualquer proposta.
Óleo de câmbio automático com quantos km trocar
Não existe um número que sirva para todos. Existe o número do seu carro, e ele está no manual, na seção de manutenção da transmissão, quase sempre dividido entre uso normal e uso severo. Alguns fabricantes publicam intervalo em quilometragem e em tempo, o que vier primeiro. Outros publicam só a condição severa. Outros ainda pedem a inspeção do fluido em revisões específicas, sem obrigar a troca, deixando a decisão para o estado do que sair na inspeção.
O que a oficina pode fazer é aplicar a régua certa em cima do seu caso. Isso passa por três leituras. A primeira é a do manual, que define a periodicidade e o fluido homologado. A segunda é a do histórico do veículo, porque um carro que rodou a vida inteira entre Sarandi e Centro não gastou o fluido do mesmo jeito que um carro de estrada com a mesma quilometragem. A terceira é a do próprio fluido: cor, cheiro e presença de material em suspensão contam muito. Fluido de automático saudável tem cor viva e cheiro neutro. Quando ele chega escuro e com cheiro de queimado, o câmbio já vinha aquecendo além do previsto, e isso muda a conversa.
Um alerta que vale mais que qualquer intervalo: câmbio que já apresenta sintoma não entra em troca de óleo às cegas. Se o carro está com solavanco, hesitação longa ou marcha que não engata, o caminho é diagnóstico primeiro, como explicamos em câmbio automático dando solavanco. Trocar fluido em cima de uma falha mecânica não conserta a falha e ainda gasta o dinheiro que faria falta no reparo certo.
Não sabe se o câmbio do teu carro já pede troca de fluido?
Manda o modelo, o ano e a quilometragem pelo WhatsApp e conta como o carro se comporta na saída do sinal e na subida. A equipe agenda a leitura no scanner e o teste em rua no Passo d’Areia, pertinho do Iguatemi, e confere no manual qual tabela de manutenção vale para o seu uso.
Agendar avaliação do câmbioATF, CVT e dupla embreagem pedem fluidos diferentes
Chamar tudo de “óleo de câmbio” esconde a diferença mais cara do assunto. São três famílias de transmissão automática rodando em Porto Alegre hoje, e cada uma trabalha com um fluido de arquitetura própria.
O automático de conversor de torque usa ATF, com aditivação pensada para embreagens de disco banhadas em óleo e para o comando hidráulico do corpo de válvulas. Cada fabricante de caixa homologa uma especificação, e a diferença entre uma e outra está no coeficiente de atrito, na estabilidade térmica e na compatibilidade com os materiais das vedações.
O CVT trabalha com correia ou corrente de aço rodando entre polias cônicas, e o fluido precisa fazer o oposto do que se espera de um lubrificante: garantir atrito suficiente para que a correia não patine na polia, sem abrir mão da proteção. Um ATF comum dentro de um CVT reduz esse atrito e leva a correia a deslizar. É por isso que fluido de CVT nunca é substituível por ATF genérico, e vice-versa.
O câmbio de dupla embreagem tem duas realidades. Nas versões de embreagem úmida, o óleo lubrifica as engrenagens e também banha os discos de embreagem, e o serviço costuma incluir filtro próprio. Nas versões de embreagem seca, o conjunto mecânico e a unidade que comanda as trocas trabalham com fluidos separados, cada um com sua própria orientação de manutenção. Confundir os dois é caro.
A regra da casa é simples e não abre exceção: o fluido entra pela especificação que a montadora homologou para aquele câmbio, com a embalagem apresentada para você antes de abrir. Se a especificação não estiver escrita no orçamento, ela não deveria ser aprovada em lugar nenhum.
O que entra no serviço de troca de óleo do câmbio automático
O escopo varia com o projeto do câmbio, e é isso que precisa aparecer no orçamento item por item. O que costuma compor um serviço completo:
O fluido na especificação homologada, na litragem que aquele câmbio pede. A litragem muda bastante entre um automático de seis marchas e um de oito, e muda também conforme o método de troca escolhido.
O filtro ou o cesto de sucção, quando o projeto permite substituição. Em várias caixas modernas o filtro vem integrado ao cárter, e nesses casos a troca é do conjunto cárter mais filtro, com a junta já incorporada. Em outras, o filtro é uma peça independente que fica sob o cárter. E existem projetos em que o elemento é uma tela permanente, só limpa. Saber em qual dos três o seu carro está é parte do orçamento.
A junta do cárter nova ou o selante especificado, conforme o fabricante. Cárter de câmbio reaproveitando junta velha vaza, e vazamento de fluido de transmissão é o começo de uma história feia, como mostra o caso do Fiat Argo que perdeu a caixa por falta de óleo.
A limpeza do cárter e a leitura do que ficou no ímã. Limalha fina é normal em qualquer câmbio rodado. Lasca metálica visível ou material de embreagem em placa não é, e isso muda o rumo do atendimento antes de fechar a caixa.
O acerto de nível por temperatura, com o scanner acompanhando o valor. É a etapa que mais gente pula e a que mais causa problema depois, porque nível abaixo do especificado faz a bomba puxar ar e nível acima faz o fluido espumar. Os dois erros terminam no mesmo lugar.
A verificação de adaptações no módulo da transmissão. Alguns câmbios pedem reaprendizado de pontos de embreagem depois do serviço, e isso é feito pelo setor de caixa de câmbio com o Autel MaxiSYS, não a olho.
O Que Entra, o Que Só Entra Se o Projeto Pedir e o Que Não Deveria Estar no Orçamento
| Item | Situação no orçamento | Por que é assim | O que a inspeção verifica |
|---|---|---|---|
| Fluido na especificação homologada | Sempre, com a homologação escrita no orçamento | ATF, fluido de CVT e óleo de dupla embreagem têm arquiteturas diferentes e não se substituem | O que o manual da montadora define para aquela caixa, com a embalagem apresentada antes de abrir |
| Filtro ou cesto de sucção | Quando o projeto do câmbio permite substituição | Existem caixas com filtro independente, caixas com filtro integrado ao cárter e caixas com tela permanente | Em qual dos três projetos o seu carro está, antes de fechar o escopo |
| Junta do cárter nova ou selante especificado | Sempre que o cárter é aberto | Vedação reaproveitada vaza, e câmbio automático rodando com nível baixo termina em reparo grande | Estado da vedação, superfície de contato e torque de montagem especificado |
| Limpeza do cárter e leitura do ímã | Sempre que a troca é feita por gravidade | Limalha fina é normal em câmbio rodado; lasca metálica ou material de embreagem em placa não é | O que ficou retido no ímã, registrado em foto e mostrado antes de fechar a caixa |
| Acerto de nível por temperatura | Sempre, com o scanner acompanhando o valor | Nível abaixo do especificado faz a bomba puxar ar e nível acima faz o fluido espumar | Temperatura da transmissão ao vivo e a faixa exata definida pela montadora |
| Verificação de adaptações no módulo | Quando aquele câmbio pede reaprendizado depois do serviço | Alguns projetos precisam reaprender os pontos de embreagem para a troca de marcha voltar ao normal | Leitura no Autel MaxiSYS e novo teste em rua antes da entrega |
| Troca de fluido em câmbio que já apresenta sintoma | Não entra sem diagnóstico antes | Trocar fluido não conserta falha mecânica e consome o dinheiro que faria falta no reparo certo | Memória de falhas, parâmetros ao vivo e teste em rua antes de qualquer indicação |
💡 Insight: A diferença entre um orçamento honesto e um orçamento genérico está em quatro linhas: a especificação do fluido escrita, o projeto do filtro identificado, a vedação listada e o acerto de nível por temperatura descrito. Confira essas quatro antes de aprovar qualquer troca de óleo de câmbio automático em Porto Alegre.
Recebeu um orçamento de câmbio e ficou na dúvida do escopo?
Chama no WhatsApp com o modelo e o ano do carro, agenda o diagnóstico gratuito e presencial no Center e traz o orçamento no dia. Com o carro na oficina, a equipe da unidade Center te diz se a especificação do fluido está escrita, se o filtro ou o cesto aparece, se a junta do cárter está listada e se o acerto de nível por temperatura entra, antes de você aprovar qualquer coisa.
Pedir uma segunda leituraTroca por gravidade ou por máquina de fluxo
São dois métodos com finalidades diferentes, e nenhum dos dois é o melhor em todo cenário.
A troca por gravidade abre o cárter, drena o que está ali, permite trocar filtro e junta, e mostra o ímã. É o método que dá visão do estado interno da caixa. A limitação está no volume: boa parte do fluido não fica no cárter, e sim no conversor de torque, nas galerias do corpo de válvulas e no trocador de calor. O que é drenado sai, o que está retido permanece e se mistura com o fluido novo.
A troca por máquina de fluxo trabalha nas linhas do trocador de calor e usa a própria bomba do câmbio para empurrar o fluido velho enquanto o novo entra, chegando perto da substituição total do volume. Ela renova muito mais, mas por si só não abre o cárter, não troca filtro e não mostra o ímã.
Na prática, a escolha depende de quatro coisas: o que a montadora recomenda para aquele câmbio, o estado do fluido que sai na primeira drenagem, se o filtro daquele projeto é substituível e o histórico de manutenção do veículo. Em caixa muito rodada e sem histórico de troca, entrar direto com fluxo agressivo nem sempre é a decisão certa, e essa avaliação é feita com o carro no elevador. O critério é apresentado para você antes, junto do escopo escrito.
Quanto custa a troca de óleo do câmbio automático e o que faz variar
Nenhuma oficina séria fecha valor de câmbio por telefone sem saber qual caixa o carro tem. A pergunta “quanto custa a troca de óleo do câmbio automático” só tem resposta depois de identificar o conjunto, e são seis fatores que mexem no número.
O tipo de transmissão. Conversor de torque, CVT e dupla embreagem têm procedimentos, fluidos e tempos de serviço distintos.
A litragem do sistema. Câmbios com mais marchas e trocador de calor maior pedem volume maior de fluido, e o método de troca escolhido também muda quanto entra.
A especificação do fluido. Cada homologação tem sua disponibilidade no mercado, e fluido de CVT e de dupla embreagem seguem lógica própria.
O filtro. Projeto com filtro independente, projeto com cárter e filtro em conjunto único e projeto com tela permanente resultam em escopos diferentes.
A vedação. Junta convencional, junta integrada ao cárter ou selante especificado alteram peça e tempo de montagem.
A necessidade de programação. Quando o câmbio pede reaprendizado de adaptações, entra tempo de scanner no serviço.
Depois de identificar esses seis pontos, a Lisboa Car Center passa orçamento fechado antes de começar, com o escopo escrito e o fluido especificado. O valor aprovado é o valor cobrado no fim. Se durante a abertura aparecer algo que muda o rumo, como limalha grossa no ímã, o serviço para e você decide antes de qualquer peça a mais entrar.
Sinais de que o fluido do câmbio já passou do ponto
O câmbio avisa antes de quebrar, só que baixinho. Hesitação ao engatar D ou R depois do carro parado. Troca de marcha que chega com um tranco seco em vez de deslizar. Giro do motor que sobe sem que a velocidade acompanhe na mesma proporção. Marcha que demora a descer quando você pede aceleração. Trepidação em velocidade constante, parecida com piso ondulado. Cheiro adocicado de queimado no cofre depois de um trecho pesado de trânsito.
Nenhum desses sinais fecha diagnóstico sozinho, e alguns têm origem fora da transmissão. Já resolvemos caso em que a marcha ficava presa por causa de uma trava seletora solta, sem nenhum problema interno na caixa. E já mostramos o que aparece quando o câmbio realmente está pedindo atenção no caso do Onix 2024. Por isso o atendimento começa pela leitura de falhas e pelos parâmetros ao vivo, e não pela venda do fluido.
Orçamento fechado, com o fluido especificado e o escopo escrito
Na Lisboa Car Center o scanner vem antes do fluido. Você recebe a leitura do módulo da transmissão, o registro do que foi encontrado no cárter e o escopo item por item no WhatsApp. Nada é comprado antes da sua aprovação, e o serviço sai com garantia de 90 dias em peças e mão de obra.
Pedir orçamento de câmbioComo funciona o atendimento no Passo d’Areia
O carro chega na Av. João Wallig, 276, e a primeira coisa que acontece não é abrir o câmbio. A equipe conecta o Autel MaxiSYS, lê a memória de falhas do módulo da transmissão e acompanha os parâmetros ao vivo, inclusive a temperatura do fluido. Em seguida vem o teste em rua, com o técnico sentindo cada passagem de marcha na mesma condição que você descreveu. Só depois o carro sobe no elevador para a inspeção de vazamento, do trocador de calor e das linhas.
Com o manual do veículo em mãos, a gente confere qual tabela de manutenção se aplica ao seu uso e qual fluido a montadora homologou para aquela caixa. O escopo sai escrito no orçamento, item por item, e vai para o seu WhatsApp junto com o registro do que foi encontrado. Nada é comprado antes da sua aprovação.
Na execução, o cárter é aberto, o ímã é fotografado, filtro e junta entram conforme o projeto, o fluido é reposto na litragem correta e o nível é acertado com a transmissão dentro da faixa de temperatura especificada. Fecha com verificação de adaptações e novo teste em rua antes da entrega. Como resume Carlos Paiva, gestor técnico da casa, câmbio automático não perdoa improviso: ou o fluido é o especificado e o nível é o de projeto, ou o serviço vira problema. Todo serviço executado sai com garantia de 90 dias em peças e mão de obra, o atendimento é de segunda a sexta e a Lisboa Car Center trabalha com veículos de até 10 anos.
Como a Lisboa Car Center faz a troca de óleo do câmbio automático
Scanner antes do fluido
Memória de falhas do módulo da transmissão e parâmetros ao vivo no Autel MaxiSYS, com teste em rua na mesma condição que você descreveu.
Manual do seu carro na mesa
A periodicidade e o fluido homologado saem da tabela da montadora, e a gente confere com você qual delas descreve o seu uso.
Escopo escrito item por item
Fluido, litragem, filtro ou cesto, junta e programação aparecem separados no orçamento. O valor aprovado é o valor cobrado no fim.
Nível acertado por temperatura
O bujão só é aberto com a transmissão dentro da faixa definida pela montadora, com o scanner mostrando a temperatura em tempo real.
Ímã fotografado e mostrado
O que ficou retido no cárter é registrado e enviado pelo WhatsApp. Se aparecer lasca metálica, o serviço para e você decide antes.
Garantia de 90 dias
Em peças e mão de obra, para veículos de até 10 anos, de todas as marcas, nacionais e importados, de segunda a sexta.
Perguntas frequentes sobre troca de óleo do câmbio automático
Reunimos abaixo as dúvidas que mais chegam de quem dirige automático em Porto Alegre e está decidindo se faz a troca do fluido agora ou espera. São perguntas de intervalo, de escopo e de critério, do tipo que ajuda você a comparar orçamentos antes de deixar o carro.
Perguntas frequentes sobre troca de óleo do câmbio automático em Porto Alegre
Onde trocar o óleo do câmbio automático em Porto Alegre
Escolher onde fazer a troca do fluido do câmbio é escolher quem vai definir três coisas por você: se o serviço precisa ser feito agora, qual fluido entra e como o nível será acertado. O fluido certo custa o que custa em qualquer lugar da cidade. O que separa um serviço bem feito de um serviço que vira dor de cabeça é o procedimento em volta dele.
Se você já tem um orçamento na mão, olhe quatro linhas antes de aprovar. A primeira é se a especificação do fluido está escrita, com a homologação da montadora, e não apenas “óleo de câmbio automático”. A segunda é se o filtro ou o cesto aparece no escopo, com a informação de qual dos três projetos o seu carro usa. A terceira é se a junta do cárter, ou o selante especificado, está listada, porque reaproveitar vedação de cárter de câmbio é economia que volta como vazamento. A quarta é se o acerto de nível por temperatura está descrito. Orçamento que passa nessas quatro linhas já está acima da média do que circula por aí, e a conversa passa a ser sobre prazo e método.
Sobre a garantia de fábrica, que é a dúvida que mais aparece em carro novo, a régua é o manual. Quem define as condições de manutenção durante o período de cobertura é a montadora, e é lá que estão escritos o intervalo, a especificação do fluido e as exigências de registro. O que você pode e deve cobrar de qualquer oficina independente é o básico: fluido dentro da especificação homologada, serviço registrado com data e quilometragem e nota fiscal em seu nome. Traga o manual do seu carro que a gente confere isso com você, ponto por ponto, antes de qualquer serviço.
A Lisboa Car Center fica na Av. João Wallig, 276, no Passo d’Areia, perto do Shopping Iguatemi, e atende de segunda a sexta. É referência em mecânica e elétrica para quem circula pela Zona Norte de Porto Alegre e pelos bairros Higienópolis, Cristo Redentor, Boa Vista, Sarandi e Moinhos de Vento, além de clientes que vêm da região metropolitana. São mais de 45 anos de história e mais de 100 mil veículos atendidos, com diagnóstico feito no Autel MaxiSYS, atendimento para veículos de até 10 anos e garantia de 90 dias em peças e mão de obra. A página da caixa de câmbio reúne o que a casa faz nessa área, e a revisão mecânica e a troca de óleo e filtros mostram como o câmbio entra no plano de manutenção do carro inteiro. Se quiser conhecer a estrutura antes, a página da unidade Center tem tudo.
Se o seu carro está com aquela hesitação curta no arranque, se você nunca trocou o fluido e já passou dos primeiros anos de uso, ou se ouviu que o câmbio é selado e ficou com a pulga atrás da orelha, comece pela conversa. Manda mensagem no WhatsApp com o modelo, o ano e a quilometragem, conta em que momento o carro dá o sinal e traz o manual no dia. A leitura no scanner e o teste em rua vêm antes do orçamento, e o orçamento vem antes de qualquer fluido comprado.
A cena costuma ser sempre a mesma. O cárter desce, o fluido velho cai no balde num tom de marrom escuro que nada tem a ver com a cor original, e o técnico limpa o ímã com o dedo enluvado para mostrar a pasta metálica acumulada. O dono olha aquilo em silêncio por uns três segundos. Depois pergunta, quase sem querer ouvir a resposta, há quanto tempo aquilo estava rodando ali dentro. No fim da tarde ele sai da João Wallig, pega o primeiro sinal da Assis Brasil, o verde abre, e o carro anda no tempo em que ele pisou.
“Câmbio automático não perdoa improviso. Antes de abrir qualquer cárter aqui, a gente pluga o scanner, lê o módulo da transmissão e sai para a rua com o carro, porque muita vez o que o cliente sente não é fluido cansado. Quando o serviço é mesmo a troca, o fluido é o que a montadora homologou para aquela caixa, com a embalagem mostrada antes de abrir, e o nível é acertado com a transmissão dentro da faixa de temperatura. Fluido errado ou nível chutado é o começo de um problema caro.”
— Carlos Paiva, Sócio e Gestor Técnico, Lisboa Car Center
Aprofunde seu conhecimento
Você já sabe o que precisa entrar numa troca de óleo de câmbio automático. Explore os serviços e os conteúdos da Lisboa Car Center sobre transmissão e manutenção preventiva:
Caixa de Câmbio
O serviço completo da unidade Center: diagnóstico, troca de fluido, reparo e programação de adaptações em câmbios automáticos.
Troca de Óleo e Filtros
Como o óleo do motor e os filtros entram no mesmo calendário do fluido de câmbio, sem sobreposição e sem serviço repetido.
Revisão Mecânica
O check-up que enxerga o câmbio dentro do plano de manutenção do carro inteiro, com o manual da montadora como régua.
Câmbio Automático Dando Solavanco
Quando o tranco na troca de marcha pede diagnóstico antes de qualquer fluido novo entrar na caixa.
Onix 2024 com Problema no Câmbio Automático
O caso real em que a leitura do scanner mostrou o que estava por trás do comportamento estranho da transmissão.
Fiat Mobi 2023 com Marcha Presa
Quando o problema não estava dentro da caixa: uma trava seletora solta resolvida sem abrir o câmbio.
Visite Nossas Unidades em Porto Alegre
Lisboa Car Center
Mecânica • Elétrica • Diagnóstico
Av. João Wallig, 276 – Passo d’Areia
Porto Alegre, RS
Próximo ao Shopping Iguatemi
Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 18h
Lisboa Car Service
Funilaria • Pintura • Martelinho
R. Tupinambá, 61 – Jardim São Pedro
Porto Alegre, RS
Zona Norte de Porto Alegre
Segunda a Sexta: 8h às 12h / 13h às 18h
O scanner vem antes do fluido, e o orçamento vem antes da peça
Se o carro dá aquela hesitação curta na saída do sinal, se você nunca trocou o fluido do câmbio e já passou dos primeiros anos de uso, ou se ouviu por aí que câmbio automático é selado e ficou com a pulga atrás da orelha, o próximo passo é a leitura no scanner e o teste em rua. Depois disso você recebe o escopo escrito, com o fluido especificado e o prazo de entrega.
Manda uma mensagem com o modelo, o ano e a quilometragem, conta em que momento o carro dá o sinal e traz o manual no dia. A equipe agenda na Av. João Wallig, no Passo d’Areia.
Agendar troca de óleo do câmbio
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